INFORMAÇÃO É PODER

DADOS, DICAS E RECEITAS DE VIDAS SEM GLÚTEN



quarta-feira, 20 de maio de 2015

Formação em doenças associadas ao glúten

No dia 31 de Maio de 2015, a Clínica Osteopraxis-Medicinas Integradas Lda organiza uma formação no âmbito das "doenças associadas ao glúten". Esta acção irá decorrer  na Associação Rumo à Vida  em Guifões, Matosinhos, com a Dra. Ana Pimenta, hematologista. 

Dirige-se a todos os que pretendam iniciar ou educar sobre a dieta isenta de glúten ou cimentar conhecimentos nesta área. Aberta ao público em geral.

Pretende-se:
  • fomentar o conhecimento geral sobre as doenças associadas ao glúten e a sua gestão no dia-a-dia;
  • melhorar sintomas e  qualidade de vida através da correcta gestão da dieta isenta de glúten e da contaminação cruzada;
  • informar sobre aspectos ligados à legislação e rotulagem, orçamento familiar, benefícios sociais e fiscais. 

No âmbito das actividades desenvolvidas pela Associação será igualmente discutido o papel da dieta sem glúten nas perturbações do espectro do autismo.


Para mais esclarecimentos e inscrição entre em contacto com a Osteopraxis-Medicinas Integradas Lda através de: osteopraxis@gmail.com / (+351) 214 587 033 / (+351) 965 060 375.



sábado, 9 de maio de 2015

Biópsia depois da dieta

Como primeiro post do mês de Maio, o mês do celíaco, um artigo sobre como uma conhecida actriz inglesa chegou ao seu diagnóstico depois de ter iniciado a dieta. Nele, a actriz conta como decidiu reintroduzir o glúten na sua dieta para se submeter a biópsia do duodeno, tendo registado estas seis longas semanas para o programa do canal ITV, This Morning.

"A actriz Caroline Quentin conta como se envenenou com torradas em vídeo-diário para provar finalmente que tem doença celíaca

Caroline Quentin sofre de uma perigosa intolerância ao glúten e foi forçada a reintroduzi-lo na sua dieta para que pudesse ser diagnosticada com a doença celíaca. A ex-estrela de Men Behaving Badly, de 54 anos, revela que fez análises de sangue e testes genéticos há três anos, que sugeriram que ela tinha a doença, e assim que desistiu do glúten, o factor que desencadeia esta doença, viu a sua saúde transformar-se. Mas, a fim de receber um diagnóstico conclusivo, Caroline foi obrigada a consumir o que ela descreve como o seu "veneno" durante seis semanas para, em seguida, ser submetida a uma biópsia do intestino - uma viagem que ela partilhou com o programa da ITV, This Morning, através de um vídeo- diário.

Caroline admitiu no programa da ITV que, apesar de ter bastante certeza de que tinha a doença celíaca, estava disposta a submeter-se a uma biópsia para aumentar a consciencialização sobre esta aflição debilitante. (...) "Eu não quero que ninguém passe pelo que passei", disse aos apresentadores do programa, Phillip Schofield e Amanda Holden. "Eu deveria ter abordado isto há anos... Acho que vivo com isto há cerca de 30 anos, que é uma coisa horrível, e não posso imaginar por que não tratei disto mais cedo."

Há três anos que Caroline - que é agora patrona da ONG Coeliac UK – comeu o seu último pedaço de glúten, mas os seus sintomas regressaram 20 minutos apenas depois de ter devorado a sua primeira fatia de pão. (...) Ao final de seis semanas, estava pronta para fazer a sua biópsia (...). Ela foi, como previsto, diagnosticada com doença celíaca.

Falando no programa This Morning, ela disse: "Eu sinto-me tão bem agora que estou livre do glúten, que fiz a minha biópsia, e sei que sou celíaca. (...) 'Depois de ser diagnosticada, uma pessoa não tem que tomar nada para melhorar da doença celíaca, apenas retira o glúten da dieta e fica maravilhosamente bem.'

O especialista do programa, o Dr. Chris, disse: "A doença celíaca é uma doença grave. É a doença genética mais comum e a menos diagnosticada. "No Reino Unido, existem 500 mil pessoas que vivem a sua vida com doença celíaca e nem fazem ideia. Eu estive doente durante 40 anos ou mais e nunca soube que a tinha. " Acrescentou: "As pessoas devem fazer o exame de sangue da doença celíaca, não alterar a sua dieta, comer normalmente, depois do exame de sangue fazer a biópsia ingerindo glúten para ver os estragos do mesmo." (...)

"Eu tinha náuseas frequentes, úlceras na boca e erupções cutâneas, e, muitas vezes, tinha que correr para a casa de banho", lembrou Caroline numa entrevista. "Eu não sabia sobre a doença celíaca, logo pensava que tinha uma alergia apenas. Fui ao médico que me disse que seria algo relacionada com o stress, provavelmente. "Como uma em cada quatro pessoas com a doença, ela foi inicialmente diagnosticada com síndrome do intestino irritável (SII). (...) "Mas, na verdade, os meus sintomas pioraram ao longo do tempo. Desenvolvi anemia, letargia e distensão abdominal, e as crises de diarreia e vómito tornaram-se mais frequentes. Se comesse uma pratada de massa ou uma fatia de pão, rapidamente, ficava doente. Provavelmente, comeria grandes quantidades de glúten por dia, no pão, bolos, pizzas e biscoitos. Existe em muitos alimentos, até mesmo coisas como salsichas, sopas, molho de soja e cubos de caldo. As erupções cutâneas eram horríveis – pústulas moles e em ferida, onde houvesse fricção na minha pele, como debaixo do meu soutien. Eu culpava o sabão em pó e não ligava o problema de pele com os meus problemas digestivos. Agora sei que as erupções eram, provavelmente, dermatite herpetiforme, que é a apresentação na pele da doença celíaca. Eu era um caso clássico.

Embora tivesse vergonha de dizer a alguém o que ela estava a sofrer, os sintomas de Caroline, muitas vezes, interferiam com a sua vida e o seu trabalho. (...) 'Eu estaria de pé no cenário a pensar: "Tenho que ir à casa de banho agora - é uma emergência!" (...) "Lembramos (Caroline e o marido) as encantadoras refeições em restaurantes finos que me punham a vomitar no passeio quando saíssemos. Mas a realidade é que isto não tem piada nenhuma. É horrível. " (…)

Finalmente, descobre que tinha a doença celíaca por acidente há três anos, quando, ao tentar chegar à raiz da sua anemia grave e crónica, o médico pediu uma análise de sangue para doença celíaca. Veio positiva. "Eu estava no cenário da série Restoration Home quando ele me ligou para informar", diz. "Ele disse:" Você tem anticorpos celíacos ", e aconselhou-me a parar de comer glúten. "A minha resposta imediata foi: Existe glúten na vodka ou no vinho? "Tenho o prazer de dizer que não há. Embora haja na cerveja tradicional".

Cortar o glúten da sua dieta foi, como descobriu, surpreendentemente fácil. "Há uma abundância de alternativas isentas de glúten, como pão sem glúten e massas, que não são tão deliciosas, mas consigo viver com isso", disse. (...)

Caroline admitiu que se arrepende de não ter feito a biópsia do intestino imediatamente após o exame de sangue. "Eu estava de rastos com o trabalho naquela altura, mas, em retrospectiva, foi um erro", disse. "É realmente importante que as pessoas não sigam o meu exemplo."

Olhando para trás, ela acredita que herdou a doença da sua falecida mãe que, tal como 76 por cento das pessoas com esta condição, permaneceu sem diagnóstico. A doença celíaca aparece em famílias - se você tem, há uma hipótese em dez que um parente próximo a possa desenvolver. As suas irmãs não têm doença celíaca, mas a Caroline mantêm um olhar atento sobre os seus filhos e irá testá-los exaustivamente. 

"Tenho a certeza de que a minha mãe tinha – até aposto", disse. "Ela teve terríveis problemas digestivos toda a vida, e, nos seus últimos tempos, tornou-se magra, frágil e cronicamente anémica, com osteoporose que desfez a sua anca. "Mas ela não era de se queixar e as pessoas da sua geração certamente não falavam sobre as suas entranhas. Essa é uma das razões pelas quais eu me tornei patrona da Coeliac UK e porque estou a falar sobre isso agora, porque causa sintomas embaraçosos e as pessoas não gostam de admitir que têm problemas intestinais. "Mas eu não sou tímida e se, por ser aberta sobre isto, conseguir encorajar ainda que apenas algumas pessoas não diagnosticadas a fazer o teste, ficarei muito contente."



domingo, 26 de abril de 2015

Kringla

A receita de hoje traz-nos os biscoitos de Natal Kringla, de origem norueguesa, publicada pela galega Larpeira Sin Gluten no seu blog. Têem a particularidade de levarem natas azedas, uma óptima oportunidade para testar esta receita já publicada aqui. Levam algum tempo a formar (estas quantidades rendem cerca de 40 unidades), mas desaparecem num ápice.

Ingredientes:
150 gramas de açúcar
1 colher de chá de essência de baunilha
1 ovo M
175 gramas de nata azeda
50 gramas de manteiga/margarina derretida
300 gramas de farinha Doves Farm white self raising
1 colher de chá de fermento em pó
1 pitada de sal fino

Bata as natas azedas com o açúcar, a baunilha e o ovo. Adicione a manteiga/margarina derretida e continue a bater. Acrescente a farinha pré-misturada com o fermento e o sal, e misture bem até obter uma bola de massa algo pegajosa. Coloque no frigorífico durante uma hora até endurecer um pouco.

Retire a massa do frigorífico, e faça rolos com cerca de 18 centímetros e 1 centímetro de espessura. Pode olear a superfície e as mãos com azeite para que a massa não se pegue. Ligue as duas extremidades do rolo e torça para formar um 8.

Coloque os biscoitos num tabuleiro com papel vegetal e leve ao forno pré-aquecido a 200°C durante 15 a 20 minutos até que dourem. Deixe arrefecer completamente numa rede até e depois guarde-os num tupperware ou numa lata para bolachas.




segunda-feira, 20 de abril de 2015

Brownie picante

Desde que experimentei esta receita de brownie, nunca mais procurei outra; quem quer que a prove, gosta, logo "em equipa que ganha, não se mexe". Mas não resisti a este brownie caliente que vi no Yahoo, à junção do picante da pimenta com o doce do chocolate... E não é que ficou bom? Já há até pedidos de repetição.

Ingredientes:
180 gramas de açúcar mascavado escuro
90 gramas de farinha Doves Farm White self-raising
1/2 colher de chá de fermento em pó
1/4 colher de chá de sal
300 gramas de chocolate Nestlé culinária
40 gramas de chocolate em pó
1 colher de chá de canela moída
3/4 colher de chá de pimenta moída
80 ml de óleo
3 colheres de sopa de água
3 ovos L

Numa tigela, misture o açúcar, a farinha, o fermento e o sal. Reserve.

Numa taça apta, leve ao micro-ondas os chocolates, a canela, a pimenta, o óleo e a água, em intervalos de 30 segundos até estar tudo derretido e homogeneizado (mexa bem entre cada período). Deixe arrefecer um pouco.

Coloque a mistura de chocolate na cuba da batedeira, acrescente os ovos e mexa bem. Junte, por fim, a farinha reservada e torne a bater até obter uma mistura lisa.

Forre uma forma quadrada ou rectangular (não muito grande) com papel de alumínio e coloque aí a massa. Vai ao forno pré-aquecido a 160ºC cozer durante 30 a 35 minutos. Retire do forno e, em seguida, da forma puxando com cuidado pelo papel de alumínio, e deixe arrefecer.



quinta-feira, 16 de abril de 2015

Natas azedas sem glúten, sem lacticínios

Quando encontrei esta receita de natas azedas vegetais, nem queria acreditar, mas experimentei e foi, sem dúvida, um sucesso. Natas cremosas, saborosas, sem glúten, sem lactícinios e mais saudáveis que as natas "normais"? E fáceis de fazer? Costumava comprar natas de arroz por questões de colesterol alto, mas agora faço estas regularmente. Já usei em molhos como o Strogonoff, em bolachas e bolos... Quem não sabe, fica a pensar que são natas de leite de vaca.

Ingredientes:
200 gramas de cajus ao natural (comprei no Lidl)
1/2 colher de chá de sal fino
180 ml de água engarrafada
2 colheres de sopa de sumo de limão

Ponha os cajus de molho entre quatro a oito horas. Passado esse tempo, despeje a água, coloque os cajus no copo do liquidificador com o sal, metade da água engarrafada e o sumo de limão e triture bem. Vá acrescentando o resto da água até obter a consistência desejada, sem grumos.

Verta para um frasco e coloque mais sal ou sumo de limão, a gosto (eu acabo por colocar o sumo de um limão inteiro porque gosto das natas bastante azedas. Pode usar de imediato, ou guardar no frigorífico até cinco dias.













domingo, 12 de abril de 2015

Uma receita, duas versões

Comprei na semana passada, numa promoção do Lidl, (mais) uma forma para bolos. Esta tem a particularidade de facilitar o colocar recheio. Experimentei-a hoje com uma receita do blog de muffins de framboesa (sem as mesmas) com recheio de creme pasteleiro. Ficaram assim:















A forma

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Top 10 das melhores cidades sem glúten

O site The Daily Meal publicou uma lista com as dez melhores cidades para se fazer uma dieta sem glúten... de acordo com a sua opinião. Sendo um site norte-americano, tem uma predominância de cidades do seu país, mas não deixa de ser interessante verificar as razões que indicam e tirar uma nota mental para futuras viagens. Este foi o ranking, o slideshow encontra-se aqui.

10- Dublin, Irlanda
9- Tóquio, Japão
8- Cidade do Cabo, África do Sul
7- Denver, E.U.A
6- Roma, Itália
5- Austin, E.U.A
4- Nova Iorque, E.U.A
3- Cidade do México, México
2- Cochim, Índia
1- Portland, E.U.A



quarta-feira, 8 de abril de 2015

Torcidos de canela

Um novo formato para uma massa que sai sempre bem: torcidos de canela, a saírem fofos e cheirosos do forno, a encher a casa com o aroma a canela... Irresistíveis!

Ingredientes:
Manteiga/margarina derretida
Açúcar
Canela

Prepare a massa dos croissants conforme indicado na receita. Divida a massa em duas partes e estenda-as entre duas folhas de papel vegetal com o rolo até formar um rectângulo. Pincele com a manteiga/margarina derretida, espalhe açúcar a gosto, primeiro, e a canela depois. Dobre a massa a meio e com um corta-pizzas, corte tiras com 3 centímetros de largura e torça-as até formar os torcidos.

Coloque-os num tabuleiro forrado a papel vegetal e deixe levedar num local morno e húmido durante uma hora. Leve depois ao forno pré-aquecido a 225ºC durante 10-11 minutos até os torcidos obterem um tom dourado.

Retire para uma rede de arrefecimento.

Esta receita rende 16 unidades.























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