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DADOS, DICAS E RECEITAS DE VIDAS SEM GLÚTEN



sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Quando o carteiro toca...

... na casa de um celíaco, podem ser boas e saborosas notícias, ou como este post se podia chamar também "as vantagens do comércio online para a dieta sem glúten". Cá em casa somos adeptos e esta semana chegou mais uma encomenda- ganha-se em variedade e preços. Nas colunas da direita, aqui no blog, encontram várias sugestões de lojas online. Fica a dica.

















domingo, 21 de agosto de 2016

Bolas de Berlim sem glúten

A ida à praia, uma actividade tão comum nestes meses, não deveria ser uma frustração. Mas o que há-de sentir a pessoa que tem que fazer uma dieta sem glúten quando vê o senhor das bolas de berlim a passar? Ou resiste à tentação ou faz em casa. Optei pela segunda hipótese e adaptei esta receita: não são as bolas da pastelaria Natário de Viana do Castelo (que seriam impossíveis de reproduzir sem o glúten), mas são bastante macias e saborosas. Felizmente, são um pouco trabalhosas e não é receita para fazer todas as semanas, senão não havia linha que resistisse.

Ingredientes:
5 gramas de fermento seco
200ml de leite/ leite vegetal morno
350 gramas de farinha sem glúten (150 gramas de farinha panificável Continente Area Viva+100 gramas de farinha Schar Mix B+50 gramas de polvilho doce+45 gramas de farinha Schar Dunkel Brot+5 gramas de psílio em pó)
60 gramas de manteiga/ margarina à temperatura ambiente
50 gramas de açúcar
Raspa de 1/2 limão
1 pitada de sal fino
1 ovo L
1 colher de sopa de aguardente
Óleo vegetal
Para polvilhar:
Açúcar
Canela em pó

Na cuba da sua batedeira, prepare a mistura de farinhas sem glúten com os ingredientes indicados, mexendo bem até obter uma mistura homogénea. Acrescente o fermento, o açúcar e a raspa de limão. Junte depois o leite, o ovo, a aguardente e o sal. Bata até formar uma bola e acrescente depois a manteiga/margarina amolecida, batendo de novo mais 3 ou 4 minutos.

Coloque a massa numa tigela tapada com película aderente e deixe levedar a frio, no frigorífico, preferencialmente durante a noite ou, no mínimo, 3 a 4 horas.

No final desse período, estique a massa com um rolo e, com a ajuda de um copo, corte círculos. Deixe-os levedar em local morno, 30 minutos a uma hora. 

Frite em óleo abundante e quente a 170°C- não deixar aquecer demasiado para não queimar as bolas. Coloque 3 a 4 bolas de cada vez na frigideira e gire-as para dourarem de forma uniforme.

Deixe-as escorrer em papel absorvente e passe-as ainda quentes pelo açúcar e canela em pó. Quando arrefecerem, faça um corte com uma tesoura no meio de cada bola e recheie com o creme pasteleiro com a ajuda de um saco de pasteleiro com bico de estrela.

Rende 12 unidades.

Creme pasteleiro:
250ml de leite/ leite vegetal
75 gramas de açúcar em pó
35 gramas de Maizena
2 gemas de ovo
1 ovo inteiro
1 casca de limão

Misture o açúcar com a Maizena e junte-lhe 50ml do leite, batendo com a vara de arames. Junte depois o ovo e as gemas e misture bem até obter um líquido sem grumos. Reserve.

Ferva os restantes 200ml de leite com a casca do limão- retire-o do lume, junte-lhe a mistura com os ovos, retorne ao lume e mexa energicamente sem parar com a vara de arames até obter um creme espesso. Ponha num prato, tape com película transparente e deixe arrefecer.













segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Bolo de maçã com noz

Uma receita de bolo de maçã nunca é demais- se a esta lhe juntarmos noz, ainda melhor. Principalmente agora que o calor parece começar a abrandar e já se pensa, já se deseja, o fresco do Outono. E esta receita é muito saborosa.

Ingredientes:
2 a 3 maçãs (depende do tamanho) 
100 gramas de nozes grosseiramente picadas
250 gramas de farinha Doves Farm White Self Raising
150 gramas de açúcar branco
50 gramas de açúcar amarelo mascavado
1 pote de puré de maçã (cerca de 120 gramas)
60ml de óleo
2 ovos L
1 + 1/4 de colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
1 colher de chá de canela
1/4 de colher de chá de pimenta preta
1/4 de colher de chá de noz moscada

Numa tigela, coloque os ovos, o puré de maçã e o óleo. Mexa com a vara de arames. Reserve. 

Noutra tigela, junte os secos: a farinha, o bicarbonato de sódio, a canela, a noz moscada, a pimenta, o sal e os açúcares. Depois, verta o conteúdo líquido da primeira tigela por cima da tigela da farinha. Mexa suavemente com a colher de pau. Reserve.

Corte as maçãs em cubos e parta grosseiramente as nozes. Incorpore as maçãs e as nozes na massa. Certifique-se de que as maçãs e as nozes estão bem misturadas com a massa.

Forre um tabuleiro pequeno com papel vegetal. Deite a massa no tabuleiro, cobrindo toda a sua área. Por último, polvilhe o bolo com açúcar e canela por cima. Leve ao forno a 160°, cerca de 40 ou 45 minutos, até dourar.















sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Top 15 de receitas de pão sem glúten

O problema no acesso à informação contida num blog é o facto de os novos posts irem empurrando os antigos para o fundo do baú. Para quem chega aqui pela primeira vez, torna-se assim mais difícil aceder à boa informação que foi sendo publicada. É o caso das receitas de pão que tão úteis são para quem se está a lançar no desafio da dieta sem glúten e quer, antes de tudo, poder substituir o pão. Deste modo, elaborei um Top 15 das receitas mais populares de pão cá no blog, de modo a repescar receitas mais antigas, mas igualmente boas. Aqui vai, sem qualquer ordem de importância:


















segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Hamburgo sem glúten

No seguimento da nossa viagem à Dinamarca tivemos a oportunidade de passar algum (pouco) tempo na cidade alemã de Hamburgo. Pudemos então constatar que, apesar das boas e variadas lojas online alemãs de produtos sem glúten, o mesmo não se traduz num conhecimento generalizado sobre a doença celíaca e a dieta sem glúten e oferta a nível da restauração e comércio de rua. Sendo assim, na minha pesquisa encontrei apenas 3 opções de restaurantes sem glúten o que, numa cidade grande como Hamburgo, é pouco:

Block House - restaurante de grelhados, tem carta sem glúten.
Cha Cha - restaurante asiático, com os pratos isentos identificados no menú.
Rudolph's - pizzaria sem glúten que não chegamos a visitar.

A nível de supermercados, só encontramos lojas da cadeia Rewe com um pequeno sortido de produtos sem glúten, com uma predominância clara de produtos da Schar. Encontramos também a habitual oferta de produtos sem glúten na cadeia americana de cafés Starbucks. 

Para uma visita rápida, a oferta que encontramos foi suficiente, mas teria sido mais complicado seguir a dieta numa viagem mais longa- a Alemanha a uns passos atrás dos seus vizinhos a Norte.


























quinta-feira, 28 de julho de 2016

Novo estudo sobre sensibilidade não celíaca ao trigo

Imagem retirada da Net
Aos poucos, a ciência avança e dá razão a todos aqueles que se queixam de sintomas associados ao consumo de glúten e/ou trigo, mas não preenchem os critérios para o diagnóstico de doença celíaca. Os estudos parecem apontar agora a mira ao trigo, ao invés de se culpar apenas o glúten, o que poderia, em parte, explicar porque alguns celíacos reagem também quando consomem produtos isentos de glúten, mas em que se utilizou amido de trigo desglutinizado na sua confecção. Deixo a tradução de um artigo da Fox News desta semana em que se aborda este novo estudo publicado na revista Gut.


"Sensibilidade ao glúten pode ser causada por resposta imune, é a conclusão de estudo.
Os indivíduos que sofrem de sensibilidade ao glúten, mas não têm a doença celíaca, podem finalmente ter uma explicação para a sua condição, de acordo com um novo estudo da Columbia University Medical Center (CUMC).

A equipa, em colaboração com a Universidade de Bolonha, na Itália, descobriu que os pacientes que experimentam vários sintomas gastrointestinais em resposta à ingestão de trigo podem sofrer de uma reacção inflamatória imune inespecífica que não é encontrada em pacientes com doença celíaca.

A inflamação, os investigadores disseram, deve-se a um intestino permeável, e a condição é referida como sensibilidade não celíaca ao glúten ou trigo (SNCGT). Os sintomas de SNCGT incluem problemas intestinais, bem como fadiga, dificuldades cognitivas ou distúrbios do humor.

"O nosso estudo mostra que os sintomas relatados pelos indivíduos com esta condição não são imaginados, como algumas pessoas têm sugerido," disse em comunicado à imprensa o co-autor do estudo Dr. Peter H. Green, professor de Medicina Phyllis e Ivan Seidenberg na CUMC e director do Celiac Disease Center. "Isto demonstra que existe uma base biológica para estes sintomas num número significativo destes pacientes."

Em pessoas com doença celíaca, o sistema imunitário ataca o revestimento do intestino delgado após a ingestão de glúten de trigo, centeio ou cevada. Isto produz vários sintomas gastrointestinais, como dor de estômago, diarreia e distensão abdominal. Os indivíduos com doença celíaca mostram dano intestinal, mas, ao contrário de pacientes com SNCGT, não demonstram uma resposta imune sistemática em grande escala.

Num estudo publicado na revista Gut, os investigadores examinaram 160 participantes: 80 com SNCGT, 40 com doença celíaca e 40 com nenhuma das condições. Descobriram que a SNCGT está ligada a uma barreira intestinal enfraquecida que permite que o movimento de micróbios e moléculas alimentares passem dos intestinos para o resto do corpo. Isto, os investigadores sugerem, em última instância, resulta na resposta imune inespecífica que os pacientes encontram em resposta ao glúten.

"Um modelo de activação imune sistémica seria consistente com o início geralmente rápido dos sintomas, relatado por pessoas com sensibilidade não-celíaca ao trigo," disse em comunicado à imprensa o principal autor do estudo Armin Alaedini, PhD, professor assistente de Medicina na CUMC.

Os autores do estudo estimam que cerca de 3 milhões de americanos sofrem de SNCGT. No entanto, também constataram que os pacientes com SNCGT que excluiram o trigo e glúten das suas dietas durante seis meses relataram melhorias significativas tanto nos sintomas intestinais como não intestinais.

Os investigadores esperam que estudos futuros lhes permitiram compreender melhor os mecanismos responsáveis pela SNCGT e pela doença celíaca. "Estes resultados mudam o paradigma do nosso reconhecimento e compreensão da sensibilidade não-celíaca ao trigo e, provavelmente, vai ter implicações importantes para o diagnóstico e tratamento", disse no comunicado de imprensa outro co-autor, o Dr. Umberto Volta, professor de Medicina Interna na Universidade de Bolonha. "Considerando o grande número de pessoas afectadas pela patologia e o seu significativo impacto negativo na saúde dos pacientes, esta é uma área importante de pesquisa que merece muito mais atenção e financiamento."


terça-feira, 12 de julho de 2016

Genius em Portugal

Quatro anos depois de o ter descoberto em Espanha, o pão da marca britânica Genius chega a Portugal pela mão do Continente.






































(Informação veiculada pela APC)

domingo, 10 de julho de 2016

Bolo de iogurte e laranja

Um bolinho simples e saboroso, ideal para tardes mais frescas e que pede uma chávena de chá a acompanhar.

Ingredientes:
150 gramas de iogurte natural/iogurte vegetal
3 ovos L
200 gramas de açúcar
100 ml de óleo vegetal/azeite
275 gramas de farinha Doves Farm White Self Raising
100 gramas de amêndoas em pó
1/2 colher de sal fino
1 colher de sopa de fermento em pó
Raspa de meia laranja

Separe as claras das gemas e bata as primeiras em castelo. Reserve.

Na sua batedeira, bata as gemas com o açúcar e a raspa até obter uma creme amarelado. Junte o iogurte e o óleo e bata bem. Acrescente depois a farinha com as amêndoas, o sal e o fermento. Por fim, acrescente as claras, batendo suavemente.

Verta o preparado numa forma de chaminé untada e enfarinhada e leve a forno pré-aquecido a 160C durante 40 minutos. Retire e deixe arrefecer numa rede.


























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