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DADOS, DICAS E RECEITAS DE VIDAS SEM GLÚTEN



terça-feira, 11 de agosto de 2015

Pães de leite na Bimby

Como post de hoje, mais uma deliciosa receita da Ana Pimenta.

"Para o chá das 5 com as avozinhas da família, um "tête-à-tête" com a melhor amiga, o pequeno-almoço em família num Domingo prazenteiro ou, simplesmente, o lanche dos besnicos, nada como um simples pão de leite.

Ingredientes:
290 ml de leite de vaca (sem lactose meio gordo, Área Viva Continente) 
15 gramas de açúcar refinado 
4 gramas de fermento ativo seco Doves Farm quick yeast
130 gramas de farinha para bolos sem glúten Doves farm self raising 
140 gramas de farinha panificável sem glúten Schar Mix B 
50 gramas de creme de barrar de soja (Alpro soya) ou manteiga à temperatura ambiente
1 ovo (50 gramas)
10 gramas de psílio Finax 
10 gramas de leite em pó (aptamil pepti junior), opcional
Essência de baunilha (a gosto), opcional
4 gramas de sal marinho
1 gema para pincelar

Junte no copo da Bimby o leite, o açúcar e o fermento e faça um movimento de turbo. 

Aqueça a 37ºC durante 2 minutos na velocidade 1. Findo este tempo verifique se a cuba da máquina está morna. Caso contrário aqueça mais 1 a 2 minutos, como anteriormente.

Adicione as farinhas, o ovo, a manteiga, o psílio, o leite em pó, a essência de baunilha e o sal. 

Amasse (programa espiga) durante 2 minutos e 30 segundos. Deixe levedar na Bimby. Para o efeito cubra com mantas polares e sacos térmicos a máquina. Deixe levedar uma hora ou até ter duplicado de volume. Obterá uma massa tipo bolo espessa.

Findo este tempo ligue o forno a 200º C (grelha em cima e baixo e ventoinha). Com as mãos molhadas faça pequenas bolas e coloque-as no tapete de silicone. Alise. Cubra com a gema de ovo (use a mão ou um pincel).

Coloque um recipiente com água a ferver no fundo do forno e coza os pães durante 20 minutos a 200ºC. Pode necessitar, a meio do tempo de cozedura, cobrir com papel de alumínio.

Deixe amornar ou esfriar numa rede para bolos antes de servir. Pode rechear a massa com doce de fruta, ovos ou chocolate e avelã caso deseje. Congele os que não comer na altura. 

Bom apetite!"






terça-feira, 4 de agosto de 2015

Glutenfri København*

Para iniciar este mês tradicional de férias, nada melhor do que trazer um post escrito pela já nossa conhecida Cátia Sousa, que nos faz o seu (invejável) relato duma estadia sem glúten em Copenhaga, capital da Dinamarca. Obrigada Cátia pela partilha!

"Podia estar aqui linhas a fio a contar-vos como é fácil apaixonarmo-nos pela arquitetura moderna da cidade, pela cultura e pelo estilo de vida! Descrever como é fácil encantarmo-nos com a facilidade com que se encara o dia-a-dia... Mas é outro o tema que motivou este artigo.

Vivi em Copenhaga durante algumas semanas e, pela boa experiência que foi, venho partilhá-la convosco. Será, certamente, útil a todos os celíacos que visitem a cidade no futuro e pretendam aproveitar a sua gastronomia. Como a minha estadia em Copenhaga se prendeu a motivos de trabalho, não vos posso dar uma perspectiva totalmente “turística” da cidade, pois a camisola de turista ficou reservada aos poucos fins de semana aí passados. No entanto, o lema “antes poucos e bons” encaixa que nem uma luva nesta experiência que deixou vontade de muito mais.

Aqui encontramos uma sociedade muito orientada à igualdade e isso sente-se! Ora para nós, celíacos e sensíveis ao glúten, não poderia existir melhor política. Nos restaurantes, pastelarias e similares que visitei fui recebida com toda a simpatia e cuidado por pessoas muito informadas sobre o tema das intolerâncias alimentares, conhecedoras dos cuidados a ter para evitar a contaminação cruzada e sensíveis à delicadeza do tema.

No restaurante “Tight” somos brindados por uma carta assinalada com todos os pratos disponíveis que podem ser confeccionados numa versão gluten free. E que boa surpresa temos, pois quase todo o menu apresenta este símbolo! Desde entradas com pão e tostas, passando pelos pratos principais e terminando até num petit gateaux confecionado na hora… É-nos proporcionado um verdadeiro manjar! Aliado ao magnífico ambiente, usufruímos de uma experiência fantástica.

Nas cadeias de fast food “Burger King” temos uma bela oferta de hambúrgueres sem glúten, servidos num pão que lembra o pão com glúten de tão saboroso e com uma textura tão agradável. Já tinha provado a opção servida pelo MacDonald´s em Espanha e confesso que não existe comparação… Se houvesse aquele pão à venda, teria trazido um generoso stock para Portugal.

Temos, ainda, a cadeia “Max Burger”, um pouco mais cara, mas que vale muito a pena! O pão aqui ainda consegue superar o do Burger King e a carne é uma delícia: muito mais “natural”, lembrando os hambúrgueres feitos no talho da nossa rua, a partir da peça de carne escolhida por nós.

Aos domingos, é possível usufruir de um brunch sem glúten na casa de chá “Tant-T”, mediante reserva prévia. Aqui somos tratados como verdadeiros príncipes e princesas, e brindados com uma oferta diversa de pães e bolos, compotas caseiras, uma riquíssima carta de chás, café e até leite vegetal feito no dia!

Para os fãs de sushi, bandeira branca! No restaurante “Sushi’n’Sticks” somos presenteados com várias opções que não se resumem ao sashimi… E até dispõem de molho de soja sem glúten.

Ao pequeno-almoço, lanche ou, simplesmente, para um momento de pura gulodice, temos a “Andersen Bakery” com uma vasta oferta da maravilhosa pastelaria dinamarquesa e com duas versões de pão sem glúten que são um verdadeiro atentado ao manter a linha.

Caso tenham oportunidade, não deixem de experimentar o típico Ribeye Steak, no restaurante francês “Les Trois Cochons”, pois têm um dos bifes mais deliciosos que já provei. Exige uma nova visita!

Se forem ao restaurante argentino “Asador” aconselho que, caso façam reserva, indiquem a vossa intolerância pois terão à espera uma equipa preparadíssima para tornar a experiência verdadeiramente especial. O gerente indicou-me que estão muito habituados a lidar com todo o tipo de alergias e intolerâncias, e até tive direito a uma sobremesa que habitualmente não fazia parte do menu.

No entanto, até mesmo num mercado de rua com o tema “Cozinhas do Mundo”, que acontece tipicamente aos Sábados, encontramos opções seguras para nós. Refiro-me às famosas arepas da cozinha venezuelana anunciadas como gluten free num cartaz com letras garrafais.

Nos supermercados encontramos alguma oferta de marcas de óptima qualidade, pouco conhecidas por cá, e alguns produtos da Schar. Os preços destes produtos, surpreendentemente, são muito aproximados aos nossos, apesar do alto  custo de vida que encontramos em tudo o resto.

Por cá, aguardamos o dia em que tenhamos as mesmas oportunidades, o mesmo espírito e a mesma mentalidade. Eu, pessoalmente, fico em contagem decrescente para um regresso enquanto suspiro mentalmente um “Até já, Copenhaga!”

* Copenhaga sem glúten 

























sexta-feira, 31 de julho de 2015

Alheira sem glúten

Notícia de última hora: alheira sem glúten da marca Casa da Prisca! Um dos produtos que era dos mais difíceis de substituir numa dieta sem glúten parece que está de volta. Pode-se ler nesta notícia:

"Para dar resposta às novas necessidades de consumo, a Casa da Prisca, desenvolveu um produto que não era, até à data, adequado a celíacos, a alheira, que contém na sua receita tradicional o pão de trigo.

A Alheira Tradicional Sem Glúten, feito com base na receita da alheira tradicional, à exceção do pão utilizado, que foi concebido especialmente para ser consumido por intolerantes ao glúten."

Falta agora saber em que local será primeiro disponibilizada e a que preço... E se será apetitosa, claro, porque não adianta ser sem glúten se for desprovida do sabor tradicional.




terça-feira, 28 de julho de 2015

Cura?

Imagem retirada da Net
Nas duas últimas semanas, surgiu na Net "celíaca" uma comoção que, vai e volta, reaparece: várias notícias alegavam que se tinha descoberto um medicamento com potencial para “curar” a doença celíaca. Primeiro, a notícia no Yahoo, depois em alguns sites de medicina alternativa e blogs, seguido do Sapo, sendo que várias pessoas bem-intencionadas me enviaram o link para este último artigo.

Quando a esmola é muita, diz o sábio povo, o pobre desconfia… Lendo estes artigos, a desconfiança cresceu: um anticorpo desenvolvido em ovos de galinhas, é suplemento ou é medicamento? Pretende curar ou diminuir os efeitos da contaminação cruzada? Nada é assim tão fácil no mundo das doenças auto-imunes. E, para todos os efeitos, a dieta sem glúten não é uma espécie de cura?

Este exaustivo post da blogger Gluten Free Gigi, que trago hoje, é perfeito para se compreender o que acarreta o desenvolvimento de um medicamento para a doença celíaca e a utilidade do mesmo, na sincera opinião da sua autora. Deixo então traduzida a conclusão a que ela chega.

"O que é que isto significa para as pessoas com doença celíaca?

Agora, nada. Se os testes de eficácia correrem bem, irão seguir-se grandes grupos de teste (em seres humanos) e depois começará o processo de disponibilizar o medicamento no mercado. Isso poderá demorar vários anos. (…)

As pessoas com doença celíaca deverão tomar o medicamento se e quando estiver disponível?

Obviamente, esta é uma decisão individual, mas nesta questão devem-se ponderar os seguintes pontos:

  • O próprio pesquisador afirma que uma dieta isenta de glúten ainda será necessária para aqueles com doença celíaca. Passariam décadas depois de um comprimido como este ser disponibilizado ao público até que se conhecessem os efeitos a longo prazo.
  • A doença celíaca é uma doença auto-imune muito grave (AI), assim como outras doenças AI e deve ser tratada como tal. Assim como não há nenhuma "pílula mágica" para resolver todos os problemas associados com outras doenças AI (como a diabetes ou doenças da tireóide), provavelmente também não haverá uma para celíacos.
  • Uma rigorosa dieta isenta de glúten é uma maneira de controlar a doença celíaca. Existem inúmeros alimentos naturalmente sem glúten que são saudáveis, deliciosos e saciantes que as pessoas com doença celíaca podem desfrutar sem preocupações. Para "outros alimentos", como cerveja, pizza, bolos e outras guloseimas, há produtores que os fazem diariamente na versão isenta de glúten, e, no caso de variados alimentos, são bastante simples de fazer em casa com um número interminável de receitas de qualidade, encontradas facilmente na internet e em livros de receitas.



Para mim, a notícia de um medicamento com potencial que me permitiria ingerir glúten é realmente uma não-notícia. Eu não o iria tomar porque a minha dieta isenta de glúten é o meu bilhete para uma saúde óptima. Tem funcionado para mim nos últimos oito anos e não sinto falta de nada. Claro, por vezes é um desafio e não quero minimizar a luta de alguém em encontrar alimentos que gostam de comer fazendo uma dieta especial. O que eu quero dizer é que a minha saúde é muito mais valiosa para mim do que qualquer pedaço de pizza ou qualquer copo de cerveja. A doença celíaca quase me custou a vida, e considerando que a minha saúde foi restaurada através da minha dieta isenta de glúten, não consigo imaginar alguma vez voltar a colocar o glúten no meu corpo, mesmo depois de tomar um comprimido, se isso alguma vez se tornar uma realidade."


Mais info:
Will A Pill Made of Egg Yolks Allow You to Eat Gluten?


terça-feira, 21 de julho de 2015

Fruta da época

Nesta altura do ano, é difícil não nos depararmos com uma grande oferta de frutos silvestres. Logo, como quando a vida nos dá limões, fazemos limonada, quando nos dá frutos silvestres, fazemos... bolo. Uma receita saborosa e rápida de fazer, retirada daqui.

Bolo de iogurte com frutos silvestres
Ingredientes:
125 gramas de açúcar (100 de açúcar branco + 25 de açúcar mascavado)
100 gramas de farinha Doves Farm Self White Raising
50 gramas de margarina amolecida
3 iogurtes naturais (ou 3 iogurtes vegetais)
2 ovos
200 gramas de frutos silvestres
1 colher de chá de essência de baunilha

Coloque os ingredientes todos, com a excepção dos frutos silvestres, na cuba da sua batedeira. Enquanto esta bate, passe os frutos silvestres por um pouco de farinha sem glúten, de modo a não “afundarem” na massa. 

Quando a massa estiver homogénea, verta-a numa forma untada com margarina e polvilhada com farinha. Coloque então os frutos silvestres em cima da massa de modo uniforme, e leve ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 40 a 45 minutos.

Desenforme e deixe arrefecer em cima de uma rede.




quarta-feira, 15 de julho de 2015

Pão caseiro

Sabendo a dificuldade que é conseguir fazer um pão sem glúten comestível, quando se consegue uma receita que dá um pão tão bom como o da padaria, a sensação só poderia ser de vitória. Esta receita é dessas. Faço este pão sempre como indicado, não vario muito (só no tempo de levedação) porque "em equipa vencedora não se mexe". Se descobrirem que funciona com menos ou outros ingredientes, venham cá partilhar.


Ingredientes:
200 gramas de farinha Schar Mix B
100 gramas de farinha Proceli
100 gramas de farinha Schar Brot Dunkel
60 gramas de polvilho doce
40 gramas de fécula de batata
6 gramas de psílio em pó
2 gramas de fermento seco
5 gramas de açúcar de côco
8 gramas de vinagre de sidra
530 gramas de água morna
½ colher de sopa de sal fino
3 colheres de sopa de óleo de graínha de uva
50 a 80 gramas de massa velha

Misture as farinhas com o psílio e o fermento na cuba da sua batedeira, até obter uma côr homogénea.

Num outro recipiente, misture a água com o açúcar e o vinagre e verta o seu conteúdo sobre a farinha com a batedeira em funcionamento. Continue a bater e junte depois, primeiro, o sal e de seguida o óleo. Por fim, acrescente a massa velha e deixe bater durante mais cinco minutos.

Tape depois a cuba da batedeira com filme transparente e, preferencialmente, deixe levedar no frigorífico entre 6 a 12 horas. Não tendo essa disponibilidade, deixe levedar em local morno durante, pelo menos, duas horas.

No final da levedação, ligue o forno a 230ºC e coloque aí um pequeno tacho com um fundo de água. Verta a massa para cima de uma folha de papel vegetal polvilhada com farinha de arroz, estenda-a ligeiramente e corte entre 11 a 12 pedaços rectangulares. Espalme-os um pouco, coloque-os num tabuleiro forrado a papel vegetal e leve a forno pré-aquecido a 230ºC durante dez, doze minutos- caso o forno tenha essa opção, com o calor só por baixo. Reduza depois para 190ºC e coloque calor por cima e por baixo durante mais 20 minutos. Desligue o forno, mas deixe a porta fechada durante cinco minutos. Faça depois um arrefecimento gradual. 































sexta-feira, 10 de julho de 2015

Dez remédios em caso de ingestão acidental de glúten

Imagem retirada da Net

Na semana passada, o site celiac.com publicou um artigo interessante sobre como minorar os sintomas de uma ingestão acidental de glúten que é uma das questões mais colocadas em fóruns de ajuda a quem faz uma dieta sem glúten. Ficam então as dicas.




“Para as pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten, ingerir acidentalmente esta proteína pode ter inúmeras consequências indesejáveis.

Os sintomas da exposição ao glúten entre as pessoas com doença celíaca pode variar, mas os principais problemas e queixas incluem: enjoo, dor de estômago, inflamação, diarreia, gases, inchaço, indigestão, azia, irritação cutânea, dores nas articulações, entre outros.

Oficialmente, além de simplesmente esperar que passe, não há nenhum tratamento clinicamente aceite para as pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten que acidentalmente ingerem glúten. No entanto, há remédios que muitas pessoas afirmam que poderão reduzir a dor e promover a cura. Aqui estão os melhores remédios caseiros para a ingestão acidental de glúten, tal como apresentados pelos leitores do nosso fórum Sem Glúten, sem nenhuma ordem em particular.

1) Jejum- estudos recentes indicam que o jejum durante alguns dias pode ajudar a re-iniciar o sistema imunológico, o que pode ser benéfico para aqueles que sofrem de uma reação adversa ao glúten. Verifique esta opção com um médico antes de iniciar o jejum, de modo a certificar-se que é seguro;

2) Enzimas Digestivas- para muitas pessoas, as enzimas digestivas parecem ajudar com o inchaço. Muitos afirmam que essas enzimas aliviam, especialmente contra pequenas quantidades de glúten;

3) Chá verde ou hortelã-pimenta- muitas pessoas relataram que o chá verde também é útil. O chá de hortelã-pimenta promove o relaxamento muscular, e pode ajudar com problemas de gases;

4) Imodium- parece ajudar algumas pessoas a controlar a diarreia associada. Se tiver diarreia, não se esqueça de beber água com eletrólitos para ajudar a repor os líquidos perdidos;

5) Medicamentos de venda livre para a indigestão- algumas pessoas tomam este tipo de medicamentos para aliviar a dor de estômago;

6) Raíz de alteia- pode ajudar a acalmar a dor de estômago e os gases;

7) Anti-histamínicos- algumas pessoas afirmam encontrar alívio com anti-histamínicos;

8) Probióticos- muitos acham que os probióticos são úteis, especialmente como parte de um programa de manutenção geral do intestino. Os probióticos são geralmente mais úteis antes da exposição acidental ao glúten, mas muitas pessoas tomam-nos após a exposição;

9) Caldos- de carne vermelha, frango ou peixe, muitas pessoas com doença celíaca, problemas intestinais e / ou questões nutricionais optam por caldos para desenvolver a saúde do intestino e obter uma nutrição adequada;

10) Smoothie salva-barrigas: esta receita foi desenvolvida por um leitor do nosso fórum em resposta à sua própria "emergência com o glúten". As propriedades curativas de cada ingrediente encontram-se listadas. Triture todos os ingredientes no liquidificador até ficar homogéneo e espesso. Mais calmante quando consumido ainda quente, este smoothie é mais eficaz quando bebido em pequenos goles durante uma hora ou mais.

Smoothie salva-barrigas:
1 Chávena de chá quente de folhas de urtiga acabado de fazer (anti-histamínico, anti-espasmódico)
¼ Chávena de sumo de pera (aromatizante/adoçante – as peras são as frutas menos alergénicas)
¼-½ Colher de chá de sementes de funcho (reduz os gases e o inchaço)
2 Colheres de sopa de pó de olmo (curativo e calmante para as membranas mucosas e do intestino)
1 Colher de sopa de óleo de sementes de linhaça (calmante, anti-inflamatório)
¼ - ½ Chávena de leite de arroz (hipoalergénico, use para definir a consistência desejada)


Esta lista não se destina a ser vinculativa ou exaustiva. Também não é um aconselhamento médico, nem um substituto da opinião médica. Como acontece com qualquer outra questão médica, pesquise e escolha de acordo com a sua opinião.”


quinta-feira, 2 de julho de 2015

Novidades de Julho

As novidades a nível de produtos sem glúten, felizmente, continuam a aparecer e como apostas de empresas nacionais: o Museu do Pão, de Seia, lançou uma linha de produtos sem glúten; a Nacional prepara-se para lançar uma farinha sem glúten e temos mais um pastel de Nata sem glúten no mercado.


O Museu do Pão, para além da sua actividade principal enquanto museu, disponibiliza vários tipos de produtos. Apesar de não haver qualquer referência no seu website, o facto é que começaram a aparecer nos supermercados Supercor vários produtos sem glúten desta marca, com símbolo da APC. Não tenho informação de terem sido vistos noutros locais, pelo que fico com a sensação de estarem a "testar as águas". Estes são os produtos disponíveis no Supercor: bolo mármore, madalenas simples, madalenas mármore, muffins de chocolate, pão com passas e nozes, tostas, tostas multicereais e pão de ló. 


Segundo a Carina Andrade, a Nacional irá vender uma mistura panificável sem glúten. Num post recente na sua página de Facebook, ela anunciou que recebeu algumas embalagens desta nova farinha para testar. Não deu mais detalhes, tais como composição e preço esperado, pelo que há que aguardar. Esperemos então que não seja apenas mais uma mistura de amido de milho e açúcar, cara demais.



Até há pouco tempo, quem não fazia pastéis de nata sem glúten em casa, podia comprá-los congelados no Pingo Doce. Contudo, esta opção deixava de fora quem precisa de evitar a lactose ou o leite e derivados. Agora, surge pela mão da Cebrinatur um pastel de nata sem glúten, sem lactose, sem açúcar e sem gorduras trans. Para já, está disponível no Café Farol, na Barra de Aveiro, na Coutyfil e na E-palmeira.



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