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DADOS, DICAS E RECEITAS DE VIDAS SEM GLÚTEN



quarta-feira, 15 de julho de 2015

Pão caseiro

Sabendo a dificuldade que é conseguir fazer um pão sem glúten comestível, quando se consegue uma receita que dá um pão tão bom como o da padaria, a sensação só poderia ser de vitória. Esta receita é dessas. Faço este pão sempre como indicado, não vario muito (só no tempo de levedação) porque "em equipa vencedora não se mexe". Se descobrirem que funciona com menos ou outros ingredientes, venham cá partilhar.


Ingredientes:
200 gramas de farinha Schar Mix B
100 gramas de farinha Proceli
100 gramas de farinha Schar Brot Dunkel
60 gramas de polvilho doce
40 gramas de fécula de batata
6 gramas de psílio em pó
2 gramas de fermento seco
5 gramas de açúcar de côco
8 gramas de vinagre de sidra
530 gramas de água morna
½ colher de sopa de sal fino
3 colheres de sopa de óleo de graínha de uva
50 a 80 gramas de massa velha

Misture as farinhas com o psílio e o fermento na cuba da sua batedeira, até obter uma côr homogénea.

Num outro recipiente, misture a água com o açúcar e o vinagre e verta o seu conteúdo sobre a farinha com a batedeira em funcionamento. Continue a bater e junte depois, primeiro, o sal e de seguida o óleo. Por fim, acrescente a massa velha e deixe bater durante mais cinco minutos.

Tape depois a cuba da batedeira com filme transparente e, preferencialmente, deixe levedar no frigorífico entre 6 a 12 horas. Não tendo essa disponibilidade, deixe levedar em local morno durante, pelo menos, duas horas.

No final da levedação, ligue o forno a 230ºC e coloque aí um pequeno tacho com um fundo de água. Verta a massa para cima de uma folha de papel vegetal polvilhada com farinha de arroz, estenda-a ligeiramente e corte entre 11 a 12 pedaços rectangulares. Espalme-os um pouco, coloque-os num tabuleiro forrado a papel vegetal e leve a forno pré-aquecido a 230ºC durante dez, doze minutos- caso o forno tenha essa opção, com o calor só por baixo. Reduza depois para 190ºC e coloque calor por cima e por baixo durante mais 20 minutos. Desligue o forno, mas deixe a porta fechada durante cinco minutos. Faça depois um arrefecimento gradual. 































sexta-feira, 10 de julho de 2015

Dez remédios em caso de ingestão acidental de glúten

Imagem retirada da Net

Na semana passada, o site celiac.com publicou um artigo interessante sobre como minorar os sintomas de uma ingestão acidental de glúten que é uma das questões mais colocadas em fóruns de ajuda a quem faz uma dieta sem glúten. Ficam então as dicas.




“Para as pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten, ingerir acidentalmente esta proteína pode ter inúmeras consequências indesejáveis.

Os sintomas da exposição ao glúten entre as pessoas com doença celíaca pode variar, mas os principais problemas e queixas incluem: enjoo, dor de estômago, inflamação, diarreia, gases, inchaço, indigestão, azia, irritação cutânea, dores nas articulações, entre outros.

Oficialmente, além de simplesmente esperar que passe, não há nenhum tratamento clinicamente aceite para as pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten que acidentalmente ingerem glúten. No entanto, há remédios que muitas pessoas afirmam que poderão reduzir a dor e promover a cura. Aqui estão os melhores remédios caseiros para a ingestão acidental de glúten, tal como apresentados pelos leitores do nosso fórum Sem Glúten, sem nenhuma ordem em particular.

1) Jejum- estudos recentes indicam que o jejum durante alguns dias pode ajudar a re-iniciar o sistema imunológico, o que pode ser benéfico para aqueles que sofrem de uma reação adversa ao glúten. Verifique esta opção com um médico antes de iniciar o jejum, de modo a certificar-se que é seguro;

2) Enzimas Digestivas- para muitas pessoas, as enzimas digestivas parecem ajudar com o inchaço. Muitos afirmam que essas enzimas aliviam, especialmente contra pequenas quantidades de glúten;

3) Chá verde ou hortelã-pimenta- muitas pessoas relataram que o chá verde também é útil. O chá de hortelã-pimenta promove o relaxamento muscular, e pode ajudar com problemas de gases;

4) Imodium- parece ajudar algumas pessoas a controlar a diarreia associada. Se tiver diarreia, não se esqueça de beber água com eletrólitos para ajudar a repor os líquidos perdidos;

5) Medicamentos de venda livre para a indigestão- algumas pessoas tomam este tipo de medicamentos para aliviar a dor de estômago;

6) Raíz de alteia- pode ajudar a acalmar a dor de estômago e os gases;

7) Anti-histamínicos- algumas pessoas afirmam encontrar alívio com anti-histamínicos;

8) Probióticos- muitos acham que os probióticos são úteis, especialmente como parte de um programa de manutenção geral do intestino. Os probióticos são geralmente mais úteis antes da exposição acidental ao glúten, mas muitas pessoas tomam-nos após a exposição;

9) Caldos- de carne vermelha, frango ou peixe, muitas pessoas com doença celíaca, problemas intestinais e / ou questões nutricionais optam por caldos para desenvolver a saúde do intestino e obter uma nutrição adequada;

10) Smoothie salva-barrigas: esta receita foi desenvolvida por um leitor do nosso fórum em resposta à sua própria "emergência com o glúten". As propriedades curativas de cada ingrediente encontram-se listadas. Triture todos os ingredientes no liquidificador até ficar homogéneo e espesso. Mais calmante quando consumido ainda quente, este smoothie é mais eficaz quando bebido em pequenos goles durante uma hora ou mais.

Smoothie salva-barrigas:
1 Chávena de chá quente de folhas de urtiga acabado de fazer (anti-histamínico, anti-espasmódico)
¼ Chávena de sumo de pera (aromatizante/adoçante – as peras são as frutas menos alergénicas)
¼-½ Colher de chá de sementes de funcho (reduz os gases e o inchaço)
2 Colheres de sopa de pó de olmo (curativo e calmante para as membranas mucosas e do intestino)
1 Colher de sopa de óleo de sementes de linhaça (calmante, anti-inflamatório)
¼ - ½ Chávena de leite de arroz (hipoalergénico, use para definir a consistência desejada)


Esta lista não se destina a ser vinculativa ou exaustiva. Também não é um aconselhamento médico, nem um substituto da opinião médica. Como acontece com qualquer outra questão médica, pesquise e escolha de acordo com a sua opinião.”


quinta-feira, 2 de julho de 2015

Novidades de Julho

As novidades a nível de produtos sem glúten, felizmente, continuam a aparecer e como apostas de empresas nacionais: o Museu do Pão, de Seia, lançou uma linha de produtos sem glúten; a Nacional prepara-se para lançar uma farinha sem glúten e temos mais um pastel de Nata sem glúten no mercado.


O Museu do Pão, para além da sua actividade principal enquanto museu, disponibiliza vários tipos de produtos. Apesar de não haver qualquer referência no seu website, o facto é que começaram a aparecer nos supermercados Supercor vários produtos sem glúten desta marca, com símbolo da APC. Não tenho informação de terem sido vistos noutros locais, pelo que fico com a sensação de estarem a "testar as águas". Estes são os produtos disponíveis no Supercor: bolo mármore, madalenas simples, madalenas mármore, muffins de chocolate, pão com passas e nozes, tostas, tostas multicereais e pão de ló. 


Segundo a Carina Andrade, a Nacional irá vender uma mistura panificável sem glúten. Num post recente na sua página de Facebook, ela anunciou que recebeu algumas embalagens desta nova farinha para testar. Não deu mais detalhes, tais como composição e preço esperado, pelo que há que aguardar. Esperemos então que não seja apenas mais uma mistura de amido de milho e açúcar, cara demais.



Até há pouco tempo, quem não fazia pastéis de nata sem glúten em casa, podia comprá-los congelados no Pingo Doce. Contudo, esta opção deixava de fora quem precisa de evitar a lactose ou o leite e derivados. Agora, surge pela mão da Cebrinatur um pastel de nata sem glúten, sem lactose, sem açúcar e sem gorduras trans. Para já, está disponível no Café Farol, na Barra de Aveiro, na Coutyfil e na E-palmeira.



quarta-feira, 24 de junho de 2015

Bolachas rápidas de canela

Nem sempre é fácil encontrar receitas de bolachas rápidas, saborosas e aptas a várias restrições alimentares. Esta receita, que encontrei na revista Bolachas e Biscoitos (Especial Segredos de Cozinha), preenche esses requisitos: trocando a manteiga original por margarina, são aptas a dietas sem glúten, sem ovos e sem lacticínios.

Ingredientes:
100 gramas de margarina a temperatura ambiente
2 colheres de sopa de azeite
100 gramas de açúcar
250 gramas de farinha Doves Farm self white raising
1 colher de chá de canela em pó

Amasse a margarina com o azeite e o açúcar até obter um creme bem ligado. Junte a farinha e a canela e amasse novamente até a massa ficar bem ligada.

Molde bolinhas com a massa e disponha-as num tabuleiro coberto com papel vegetal, deixando espaço entre elas. Depois, calque-as delicadamente com um garfo. Leve a forno pré-aquecido a 200C durante cerca de dez minutos. Retire e deixe arrefecer numa rede.




quarta-feira, 17 de junho de 2015

McDonald's sem glúten em Portugal

A netosfera sem glúten está hoje em ebulição: a McDonald's portuguesa está a testar menús sem glúten, para já, nas lojas do Colombo e do Restelo em Lisboa. Pelas fotos que vi, parece-me o mesmo pão das lojas espanholas, mas, para já, ainda não há comunicação oficial. Penso que se houver uma boa resposta de mercado e um eficaz controlo da contaminação cruzada nestas lojas, a McDonald's irá avançar para o resto do país. Não é o ideal para refeições frequentes, mas irá trazer, com certeza, muita alegria, principalmente às crianças que não resistem aos brindes do Happy Meal.

Update 1
Informação disponibilizada pela APC na sua página de Facebook:

“Trata-se de um teste, por isso, numa primeira fase, foram seleccionados dois restaurantes de grande afluência de modo a analisar a procura deste tipo de produtos e a sua operacionalização, nomeadamente a gestão do serviço e o tempo de espera do consumidor. 
As batatas fritas são sem glúten conforme se pode confirmar na tabela de alergénios disponível em loja. 
Não existe perigo de contaminação cruzada. O pão sem glúten vem embalado individualmente do fornecedor. É depois aquecido numas bolsas de teflon, evitando assim o contacto direto com as tostadeiras e consequentemente qualquer contaminação. Para além disso, os funcionários vão usar, ao longo de todo o processo de manipulação destes produtos, uma luva própria e descartável.”

Update 2
08-07-2015- Novas lojas onde disponibilizam o menú sem glúten:



Almada Fórum
Birre
Cascais Shopping
Carregado
Circunvalação
Gaia Drive
Gaia Fojo
Gaia Shopping
Rio Sul
Setúbal Drive





terça-feira, 16 de junho de 2015

Bolo Maimón

Este bolo que encontrei em sites espanhóis prima pela simplicidade dos ingredientes: nada mais leva de farinha a não ser Maizena. Uma receita típica de Salamanca, era usada principalmente nas festas de casamento. Usei o forno para cozer o bolo, mas, como podem ver aqui, tradicionalmente era cozido na panela de pressão (aparelho que ainda não possuo). Fica um bolo alto, fofo e simples, logo capaz de agradar até aos gostos mais "apurados", com a vantagem extra de ser sem glúten e sem lacticínios. 

Ingredientes:
4 ovos
200 gramas de Maizena
175 gramas de açúcar em pó
Raspa de 1 limão
1 colher de sopa de aguardente (opcional)
1 pitada de sal
Açúcar em pó para polvilhar

Separe as gemas das claras e bata estas últimas em castelo. Reserve.

Entretanto, bata as gemas com o açúcar até obter um creme esbranquiçado e junte depois a raspa do limão e a aguardente. Acrescente então as claras em castelo, misturando com cuidado. Por fim, junte a maizena peneirada, também em movimentos suaves para não desmontar as claras.

Coloque a massa numa forma de buraco untada com azeite e polvilhada com farinha de arroz e leve ao forno pré-aquecido a 160ºC- 170ºC, com ventilação, durante 30 minutos. Atenção que a forma deve ser suficientemente grande pois a massa cresce muito. No final desse tempo, deixe a forma permanecer no forno com o calor desligado mais 5 a 10 minutos para o bolo não abater, abra depois a porta um pouco e deixe ficar mais 5 minutos.

Desenforme depois e deixe arrefecer numa rede. Polvilhe, por fim, com açúcar em pó.










domingo, 7 de junho de 2015

Pão integral de sorgo

Um blog a que regresso sempre é o blog italiano Un Cuore di Farina Senza Glutine. Os seus autores fazem maravilhas do pão sem glúten e já reproduzi aqui várias receitas deles. Hoje não é excepção: recentemente, publicaram uma receita de pão integral com sorgo que não resisti a experimentar e que resultou num pão húmido com uma boa textura que não se esfarela, e que assim permanece até três dias. Ainda que o sorgo não seja fácil de adquirir, vale a pena o investimento.

Ingredientes:
170 gramas de farinha de sorgo Bob’s Red Mill (online em Foodoase)
80 gramas de farinha de teff Bauckhof (no Celeiro)
64 gramas de farinha de milho Ceifeira
128 gramas de Maizena
126 gramas de polvilho doce Globo
22 gramas de goma xantana
6 gramas de fermento seco
500 gramas de agua
2 colheres de sopa de óleo
8 gramas de sal

Na cuba da sua batedeira, misture bem todas as farinhas com a goma xantana e o fermento ate obter uma cor homogénea. Com o gancho a funcionar, acrescente a água até obter uma mistura lisa e acrescente, por ultimo, o óleo e o sal.

Na receita original, recomendam colocar a massa de imediato no frigorífico, mas preferi que levedasse um pouco primeiro e só depois colocá-la no frio, coberta com filme transparente. A massa deve permanecer no frigorífico entre 12 a 24 horas.

Passado esse período, coloquei a panela de ferro no forno a 230°C. Retirei a massa do frigorífico, estendi-a sobre uma folha de papel vegetal polvilhado com farinha de arroz e dei-lhe uma forma arredondada. A panela deve aquecer durante 20 a 30 minutos, enquanto isso a massa vai levedando um pouco.

Coloque depois a massa dentro da panela, tape-a e leve-a ao forno a cozer 30 minutos coberta e outros quinze já sem a tampa. Após esse período, faça um arrefecimento gradual e não fatie antes de estar completamente frio.











terça-feira, 2 de junho de 2015

Erros de diagnóstico

O post de hoje traz um artigo do site Celiac.com sobre uma situação conhecida de muitos doentes celíacos: os diagnósticos sucessivos e erróneos que lhes são feitos até chegarem à verdade.

"Sabe quais são os erros de diagnóstico mais comuns na doença celíaca?

Imagem retirada da Net
O facto da doença celíaca ser frequentemente mal diagnosticada não é uma surpresa para quem já passou pelo que, muitas vezes, é um processo de diagnóstico longo e tortuoso. Os sintomas da doença podem ser vagos, e podem espelhar sintomas de numerosas outras condições.

Mesmo que a consciencialização sobre a doença celíaca esteja a melhorar, e os rastreios sejam mais comuns, os erros de diagnóstico continuam a acontecer com as pessoas que, eventualmente, são diagnosticados com esta condição.

Os diagnósticos errados mais frequentes incluem:

Síndrome do intestino irritável (SII): aos doentes celíacos é-lhes dito muitas vezes que sofrem de SII quando, na realidade, têm doença celíaca. Na verdade, a SII é o erro de diagnóstico mais comum entre as pessoas com doença celíaca.

Doença inflamatória intestinal (DII): em segundo lugar, a doença inflamatória do intestino é outro erro de diagnóstico comum das pessoas que realmente têm a doença celíaca.

Doença do refluxo gastro-esofágico: as pessoas com esta doença não têm maiores taxas de doença celíaca do que o resto da população. No entanto, uma percentagem bastante alta de pacientes com doença celíaca recém-diagnosticados tem refluxo e / ou falta de motilidade do esôfago; o que pode explicar a alta prevalência de sintomas de refluxo em pacientes com doença celíaca, e o erro de diagnóstico comum de doença do refluxo gastro-esofágico.

Úlceras: as úlceras são, muitas vezes, erroneamente suspeitas, bem antes da doença celíaca ser finalmente diagnosticada.

Gastroenterite viral: Outra condição que, frequentemente, os médicos suspeitam muito antes de suspeitarem de doença celíaca, é a gastroenterite viral.

Síndrome da fadiga crónica: a fadiga é uma queixa comum de muitas pessoas com doença celíaca, talvez, por isso, seja compreensível que muitos doentes com esta condição tenham tido um diagnóstico de fadiga crónica, ao invés de um diagnóstico preciso de doença celíaca.

Alergias: muitas pessoas são erroneamente diagnosticadas com alergias ambientais muito antes de serem diagnosticadas com a doença celíaca.

Infecção parasitária: os sintomas de doença celíaca podem espelhar outros de infecção por parasitas intestinais, o que é uma razão para muitos doentes celíacos fazerem análises à presença de parasitas muito antes de serem rastreados para a doença celíaca.

Vesícula biliar: os sintomas da doença celíaca podem espelhar os sintomas da doença da vesícula biliar, logo é por isso que muitas pessoas que, na realidade, têm a doença celíaca se encontram diagnosticadas com problemas de vesícula.

Colite: Outro culpado comum para um diagnóstico errado é a colite, que compartilha muitos sintomas com a doença celíaca.

Fibrose cística: muitas pessoas não se percebem que, em vários casos, os sintomas da doença celíaca podem levar os médicos a suspeitar de fibrose cística, ao invés de doença celíaca, prolongando assim o diagnóstico, tratamento e recuperação.

Disfunção psicológica: em muitos casos, os sintomas da doença celíaca podem ser tão difíceis de definir que os médicos perguntam- se os sintomas não estão na cabeça do paciente. Na sua busca pelo diagnóstico, muitos doentes com esta condição têm sido encaminhados para um psicólogo, em vez de avaliadas para a doença celíaca.

Intolerância à lactose: A intolerância à lactose é um erro de diagnóstico comum em pacientes com doença celíaca, porque a lesão da mucosa intestinal pelo glúten deixa-os incapazes de digerirem produtos que contém lactose.

Além de serem frustrantes e dolorosos, os erros de diagnóstico na doença celíaca são um grande problema porque, deixados sem resolução, os danos causados ​​pela doença continuam a aumentar, podendo evoluir para outros problemas de saúde e bem-estar."

Outros artigos:
Delays in Diagnosis of Celiac Disease Worry Experts

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