INFORMAÇÃO É PODER

DADOS, DICAS E RECEITAS DE VIDAS SEM GLÚTEN



domingo, 29 de janeiro de 2012

Tabela de farinhas sem glúten

Encontrei um artigo muito interessante sobre as várias farinhas sem glúten existentes no mercado, e que pode ser muito útil quando se está a tentar evoluir das misturas comerciais para uma mistura caseira. Adaptei, então, o artigo para o formato tabela, de mais fácil consulta, em que figuram as farinhas sem glúten mais comuns (a maioria encontra-se à venda em Portugal). Para  visualizar melhor, é favor clicar com o rato em cima da imagem.


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Bolo de caneca sem glúten

Uma receita que fica sempre bem, considerando o pouco empenho que exige. Uma maneira de ter um bolinho na hora, quando se tem pouco tempo ou pouca vontade de cozinhar. Encontrei-a há alguns anos num site brasileiro do qual não guardei o nome. Já experimentei várias versões e esta receita é a única que resulta num bolo aceitável.

Ingredientes:
1 ovo pequeno
4 colheres de sopa de leite
3 colheres de sopa de óleo
2 colheres de sopa rasas de chocolate em pó
4 colheres de sopa rasas de açúcar
4 colheres de sopa rasas de farinha de arroz
1 colher de café de fermento em pó

Coloque o ovo na caneca* e bata bem com o garfo. Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais um pouco.

Acrescente a farinha de arroz e o fermento e mexa delicadamente até incorporar. Leve ao microondas por 3 minutos na potência máxima.

Desenforme e deixe arrefecer.

* Dimensões da caneca: 9,5 centímetros de altura, com 8,5 centímetros de diâmetro (capacidade de 300ml)


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Os rins e o glúten

Imagem retirada da Net
Da mesma maneira que orgãos como o fígado ou a pele podem ser afectados pela ingestão de glúten, também os rins o podem ser. Encontrei um testemunho de uma americana que sofria de uma doença renal que entrou em remissão, quando esta iniciou uma dieta sem glúten. Deixo-o, então, aqui traduzido. Para quem quiser obter mais informação, pode consultar estes dois estudos suecos, aqui e aqui ou um estudo italiano que estabelece principalmente uma relação  entre o pão e massas e o cancro renal.

“No Verão de 2008, quando o termo "glúten" entrou pela primeira vez na minha consciência, eu desfrutava de uma vida de excelente saúde, excepto o resfriado ocasional ou gripe. No Verão de 2009 ficava arrasada ao ser diagnosticada com uma doença renal crónica e progressiva chamada Glomeruloesclerose Segmentar Focal (ou simplesmente, GSF) com síndrome nefrótica. Como a doença celíaca, a GSF é uma doença inflamatória, que inflama e causa cicatrizes nos glomérulos, ou sistema de filtragem dos rins. Foi também naquele Verão que descobri que eliminar o glúten da minha dieta colocava a minha doença em remissão total espontânea, uma ocorrência extremamente rara. Eu não tomo nenhuma medicação e tenho uma saúde como nunca tive. Por causa da sorte que foi ter a minha vida de volta em pouco tempo, quero compartilhar a minha experiência com os outros para que estes possam estar cientes de que a exclusão do glúten não beneficia só as pessoas com doença celíaca.
Como é que tive a sorte de ir de saudável para gravemente doente e voltei a ter saúde em tão curto espaço de tempo?
No Verão de 2008, como é cada agora vez mais comum, fui encontrada no Facebook pela minha companheira de dormitório da faculdade entre 1981-82 e 1983-84 e companheira de quarto na Universidade de Indiana, e começámos a conversar. Enquanto nos encontramos no coração dos EUA há quase 30 anos, estávamos agora a viver em costas opostas, 24 anos depois. Enquanto eu gozava de uma excelente saúde, a minha amiga revelou que, depois de uma vida de sofrimento, ela havia sido diagnosticada com a doença celíaca há dois anos antes, e estava a fazer uma dieta sem glúten. Ao lembrar as nossas pizzas e cervejas no tempo da faculdade e as suas dores de barriga subsequentes, tudo fez sentido. Eu nunca tinha ouvido falar de "glúten" ou "doença celíaca", mas informei-me depois de saber do seu diagnóstico. Aproximámo-nos, e fizemos várias férias juntas desde então. Nesses períodos, por apoio, eu fazia a dieta com ela. Também desisti da cerveja durante o Verão, porque era uma coisa da qual ela sentia muita falta. Mal sabia eu que a exclusão de glúten que fazia com ela era apenas um ensaio geral para o que viria a ser o meu estilo de vida, menos de um ano depois, por necessidade, para salvar minha própria vida.
A minha saúde caiu a pique e desapareceu no Verão de 2009. Eu nem me apercebi. Tinha ganho peso de forma repentina e inexplicável, aparentemente causada por edema, hipertensão e colesterol alto. Todos os sinais apontavam para um problema renal, logo iniciei uma dieta para os rins que passou a ser quase sem glúten, de imediato. A biópsia renal confirmou o diagnóstico de GSF com síndrome nefrótica. Enquanto o meu nefrologista me dizia: "não há causa e, portanto, é idiopática", respondi, "Há uma causa, o doutor simplesmente não sabe qual." Ele admitiu que eu tinha razão.
Atirei-me à Internet, pesquisando todas as coisas possíveis que poderia encontrar sobre a doença e as suas causas prováveis. A minha irmã mais velha e a minha amiga fizeram o mesmo. Fui a consultas subsequentes com o meu nefrologista, com 30 a 45 minutos de perguntas e teorias para discutir com ele. Um nefrologista de mente aberta e paciente, ele respondeu a todas as minhas perguntas. Foi capaz de descartar várias teorias e, eventualmente, disse que "a causa da doença não importa, porque o tratamento é o mesmo." Prednisona. Eu disse-lhe que a causa da doença importava para mim porque, se eu pudesse descobrir isso, poderia tratar a causa e não precisaria de tomar prednisona. A prednisona, como ele disse, não é uma droga benigna e só é eficaz numa minoria de pessoas com GSF. A minha pesquisa mostrou-me essas mesmas estatísticas desanimadoras. A maioria das pessoas com a doença progredia eventualmente para doença renal terminal, requerendo diálise e transplante. Com teimosia, recusei aceitar que esse era o meu futuro e recusava-me a aceitar que não conseguia descobrir a causa e a solução.
Foi durante essa época do diagnóstico, fazendo pesquisas, verificando teorias, fazendo exames de seguimento, que a minha amiga encontrou histórias de outras pessoas com doença renal, que tinham entrado, e permanecido, em remissão com uma simples dieta sem glúten. Ela enviou-me um link para essas histórias, e decidi, instantaneamente, fazer uma dieta sem glúten. Porque ela já me tinha clarificado sobre o que isso significava, e por causa do meu tempo gasto a praticar a dieta com ela, foi uma decisão fácil e uma transição fácil.
Em cinco semanas, os meus testes mostraram que estava em remissão total e espontânea. É importante notar que eu já comia maioritariamente sem glúten nos três meses anteriores a este compromisso total, e já mostrava uma grande melhoria. É importante ter uma visão de longo prazo ao experimentar esta dieta. O meu nefrologista chamou a minha recuperação de "notável" e "fabulosa". Confirmámos novamente um mês depois, pelo que estava ainda mais perto da saúde total. Seis meses mais tarde, numa consulta de acompanhamento, os meus números mostraram-me mais saudável ​​do que muitas pessoas saudáveis sem doença renal. O meu nefrologista inveja a minha pressão arterial e colesterol. Hoje, eu ainda estou em remissão completa, sem nenhuma medicação, e ainda sem glúten.
Enquanto uma dieta sem glúten pode ajudar praticamente todos os portadores da doença celíaca, pode ajudar apenas algumas pessoas com doença renal crónica e outras condições médicas. Não é amplamente conhecida, mesmo por nefrologistas, e não é amplamente estudada. Através do passa-palavra, fui incentivando outras pessoas com doença renal a tentar esta dieta muito segura, e conheço duas crianças e dois adultos com doença renal que, em resultado, entraram em remissão. Outros não viram qualquer melhoria ou viram melhorias inesperadas, tais como perda de peso, dor artrítica que desapareceu, e insónias curadas.
Eu envio as suas actualizações ao meu nefrologista, e ele disse que está a sugerir aos outros para tentarem uma dieta sem glúten.
Encorajo as pessoas com doença renal para tentarem uma dieta 100% livre de glúten durante alguns meses, ou mesmo um par de anos, caso faça recuperar a saúde para níveis normais. Depois de desenvolver novos hábitos e descobrir onde comprar os alimentos que mais gosta, é fácil de fazer. A dieta é muito saudável, pois não precisamos de glúten para viver. A dieta não vai doer, e pode ajudar a salvar vidas. Salvou a minha.
Denise Stevens”


Outros artigos:

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Fidalguinhos de Braga

Existe em Braga uma pastelaria que é exímia na fabricação de "Fidalguinhos", um biscoito fino, típico da doçaria local. Pode-se comprá-los em muitos locais na cidade, mas é a Pastelaria São Vicente, centenária, que tem a fama e o proveito de fazer os melhores fidalgos. Como não quis que os meus filhos desconhecessem essas finas delícias, adaptei a receita para a sua dieta, com algum sucesso, modéstia à parte. A nível de sabor são iguais aos tradicionais, mas não os consegui fazer tão finos como na dita pastelaria, em parte, talvez, pela ausência de glúten que impede que a massa estique para além de um ponto, sem partir, em parte, talvez, pela minha falta de prática. No entanto, o essencial permaneceu e os miúdos lá de casa ficaram fãs, e o mais novo até dava pulinhos de alegria de cada vez que lhe dava um para a mão. Pudéssemos nós ser assim tão pequenos de novo e apreciar verdadeiramente os doces prazeres da vida...

Ingredientes:
125 gramas de açúcar
250 gramas de farinha
Canela
Raspa de um limão pequeno
Sal fino
25 gramas de manteiga sem sal derretida
2 ovos

Na cuba da sua batedeira, misture o açúcar com a farinha e acrescente um pouco de canela (o suficiente para não colorir a farinha), a raspa do limão, e o sal (pouco).

Acrescente a manteiga e os ovos e amasse muito bem até a massa formar uma bola. De seguida, enfarinhe a sua bancada de cozinha e, apoiando-se principalmente nas palmas das mãos e não nos dedos, estenda a massa em fios, o mais fino possível, com 20 centímetros de comprimento. Dobre os fios ao meio e torça, formando pequenas tranças.

Coloque num tabuleiro forrado com papel vegetal e vai a forno pré-aquecido a 180ºC durante 15 minutos ou até estarem dourados. Retire para uma rede de arrefecimento. Esta quantidade de ingredientes dá à volta de 40 biscoitos.
















Actualização: um dia, tendo apenas um ovo no frigorífico, resolvi fazer na mesma esta receita. Dupliquei a manteiga e usei a farinha Doves Farm Plain White Flour  com um quarto de colher de chá de goma xantana. Resultado: um biscoito ainda mais crocante e saboroso.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Diagnóstico em crianças


Imagem retirada da Net

A Sociedade Europeia de Gastroenterologia Pediátrica, Hepatologia e Nutrição (ESPGHAN) estabeleceu em 1990 os actuais critérios para fazer o diagnóstico da doença celíaca (DC) em crianças. Desde então, e independentemente do quadro clínico, o diagnóstico definitivo de DC só deve ser estabelecido em crianças sintomáticas com mais de 2 anos, com alterações na mucosa do intestino delgado e desaparecimento gradual ou total dos sintomas após o início da dieta sem glúten. As análises para a DC, positivas antes da dieta e negativas após, passaram a ser consideradas um apoio adicional ao diagnóstico. A reintrodução do glúten na dieta para confirmação da DC (obrigatória antes de 1990), passou a estar limitada às seguintes situações:
 - Crianças menores de 2 anos aquando da primeira biópsia;
 - Dieta sem glúten anterior à biópsia;
 - Uma biópsia com resultados inconclusivos.
Ultimamente, e considerando os avanços que se deram no campo do conhecimento sobre a DC e o seu diagnóstico, são muitos os que pedem a revisão destes critérios. A ESPGHAN criou assim um comité para a revisão deste tema; a pressão da comunidade médica vai no sentido de, dada a alta precisão dos testes de anticorpos específicos para a DC, estes poderem substituir a biópsia nalguns casos. A questão da reintrodução do glúten para confirmação do diagnóstico é, também, posta em causa pois existe uma alta taxa de recidiva em crianças que, antes do início da dieta, eram menores de 2 anos e tinham atrofia das vilosidades e anti-corpo anti-endomísio positivo .
Em paralelo com o comité acima mencionado, e em apoio deste, um grupo de vários hospitais europeus realizou um inquérito junto de vários departamentos de gastrenterologia pediátrica de modo a avaliar as práticas diagnósticas aí realizadas. O Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition publicou os resultados desse inquérito na sua edição deste mês. Deixo aqui o resumo do mesmo.
“Abstracto
 JUSTIFICATIVA E OBJECTIVOS: A revisão dos critérios para o diagnóstico de doença celíaca (CD) está a ser realizada pela Sociedade Europeia de Gastroenterologia Pediátrica, Hepatologia e Nutrição (ESPGHAN). Em paralelo, realizamos um levantamento que teve como objectivo avaliar as práticas actuais de DC entre os gastrenterologistas pediátricos e para saber quais as suas opiniões sobre a necessidade de modificação dos critérios actuais para o diagnóstico de DC.
 Pacientes e Métodos: Questionários foram distribuídos a experientes gastrenterologistas pediátricos (membros da ESPGHAN) através da Internet.
 Resultados: No total, estavam disponíveis para análise 95 questionários válidos, referentes a 28 países diferentes, com a maioria dos que responderam a tratar pacientes com DC há mais de 15 anos. Apenas cerca de 12% dos respondentes cumprem com os critérios actuais, sendo a falta de cumprimento relacionada principalmente à política de reintrodução do glúten. Cerca de 90% solicitam uma revisão e alteração dos critérios actuais. 44% querem omitir a biópsia do intestino delgado em crianças sintomáticas com imunoglobulina anti transglutaminase (Ig)A ou anticorpos antiendomísio IgA positivos, especialmente se forem positivas no DQ2/DQ8. Para os casos assintomáticos detectados por triagem com anti-transglutaminase tecidual IgA ou IgA EMA convincentemente positivos, cerca de 30% consideram que a biópsia do intestino delgado só deve ser exigida em casos específicos. A adição da determinação do antígeno leucocitário humano como ferramenta de diagnóstico foi solicitada por 42% dos respondentes. Como para a reintrodução do glúten, defende-se que uma nova política deve restringir a sua obrigatoriedade aos casos em que o diagnóstico é duvidoso ou incerto.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Chocolates Arcádia

No seguimento da recente abertura duma loja dos Chocolates Arcádia aqui pelas nossas bandas, contactamos esta empresa no sentido de saber se os seus produtos estão isentos de glúten, visto que os rótulos não trazem informações de alergéneos. Recebemos então a seguinte resposta:

“Bom dia.
Agradecemos desde já a sua preferência e o seu contacto.
Algumas das nossas referências de chocolates possuem ingredientes com glúten.
O chocolate simples é composto por cacau (cuja percentagem varia em função do tipo: branco, leite ou negro), açúcar, manteiga de cacau, leite, emulsionante: lecitina de soja, especiarias e vanilina.
Assim, qualquer uma das nossas referências compostas unicamente por chocolate são desprovidas de glúten.
Temos também ao seu dispor uma vasta gama de bombons com frutos secos como pinhões, nozes, amêndoas ou avelãs que não possuem glúten.
Mantemo-nos ao dispor.
Com os melhores cumprimentos,
XXX
Qualidade”

Sendo assim, o miúdo mais velho já anda a experimentar uma caixa de chocolates "Bonecos" e parece que aprova.


















terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Broas de mel e erva-doce

Para continuar no tema do mel, canela e erva-doce, fiz estas broas, adaptadas duma receita que encontrei aqui. Estavam à venda no El Corte Inglés na época de Natal e o miúdo mais velho quis experimentar, mas, como é normal, não pôde. Como não quero que se prive de nada (ainda que haja quem defenda que ele deveria habituar-se a não poder comer certas coisas), pus as mãos na massa e cá estão elas, iguais às da loja e aptas para uma dieta sem glúten. A filosofia, lá em casa, passa por exemplificar de que, com vontade e dedicação, tudo se consegue, e a conversa do "ai, coitadinho do menino" não tem lugar. Ele gostou, muito.

Ingredientes:
200 gramas de farinha
75 gramas de farinha de milho (marca Ramazzotti)
1/2 colher de chá de goma xantana
175 gramas de açúcar mascavado
Raspa de um limão médio
1 colher de sopa de canela
2 colheres de sopa de erva-doce
3 gramas de fermento activo seco
1/2 colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 ovo
2 colheres de sopa de mel
125 ml leite morno
20 gramas de manteiga
1 gema de ovo diluída com um pouco de água

Numa tigela, misture as farinhas com a goma, o açúcar, a raspa de limão, a canela, a erva-doce, os fermentos e o bicarbonato de sódio até obter uma mistura homogénea. Junte o ovo inteiro e o mel e bata bem.

Derreta ligeiramente a manteiga, misture-a com o leite e adicione-o ao preparado. Amasse muito bem até obter uma massa compacta. Deixe a levedar durante duas horas.

No final da levedação, a massa não terá duplicado de volume, mas terá uma textura mais “fofa”. Com a ajuda de duas colheres de sopa, faça pequenas bolas. Pincele-as com a gema de ovo e coloque-as num tapete de silicone (ou tabuleiro forrado a papel vegetal). Vai a cozer em forno pré-aquecido a 210º durante 15 minutos.

















domingo, 15 de janeiro de 2012

Bolo de maçã com canela e erva-doce

Na sequência do último bolo, pensei que este seria agora o melhor bolo do mundo para o miúdo mais velho... Mas não, o anterior ainda não foi destronado. Talvez pelo vinho do Porto, talvez pela erva-doce, ou pela ausência do chocolate, o filho não gostou desta receita nova. Ficou assim todo para os adultos da casa, que não se importaram nada.

Ingredientes:
4 maçãs médias
Sumo de um limão
100 ml de vinho do Porto
1 colher de sopa de mel
175 gramas de açúcar mascavado
Canela e erva-doce a gosto
4 ovos
120 ml de óleo
380 gramas de farinha
½ colher de chá de goma xantana
1 colher de chá de fermento

Numa tigela, misture o sumo de limão e o vinho do Porto. Junte o açúcar, o mel, a canela e a erva-doce. Acrescente as maçãs cortadas em pequenos pedaços e envolva muito bem. Leve ao frigorífico cerca de 30 minutos.

Noutra tigela, misture a farinha com a goma xantana e o fermento. Reserve.

Bata os ovos juntamente com o óleo. Junte-os à mistura das maçãs e envolva muito bem. Junte a farinha e envolva bem, sem bater.

Coloque a massa na forma e levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 45 minutos. Retire do forno e espere à volta de 5 minutos antes de desenformar. Deixe arrefecer um pouco antes de fatiar.

















Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...