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DADOS, DICAS E RECEITAS DE VIDAS SEM GLÚTEN



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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Panquecas de batata

Um dia desta semana, deparei-me com o dilema de sempre: o que fazer para o jantar? Já era tarde e não dava para fazer algo muito elaborado. Tinha costeletas de porco e decidi cozinhá-las na grelha, mas fazer o quê como acompanhamento? Para variar do arroz, lembrei-me de uma receita que encontrei num livro de comida asiática, e que ficou sempre em stand-by para fazer um dia: panquecas de batata coreanas. Descobri, entretanto, que os judeus têm uma receita semelhante, à que chamam latkes.

Usei a receita que vem no livro e gostei bastante, mas como leva cebola, não foi do agrado dos meus filhos. Mas fica como receita para festas, pareceram-me ideais como petisco. Funciona também como uma base para receitas mais elaboradas, podendo-se juntar cebolinho, pimentos, bacon, atum, enfim, onde o sabor de cada um quiser ir.

Ingredientes:
500 gramas de batata
1/2 cebola cortada em fatias muito finas
1 ovo tamanho L batido
2 colheres de sopa de farinha de milho fina
Sal e noz-moscada a gosto

Rale as batatas como se fosse para fazer batata-palha. Seque-as bem com um pano de cozinha; de seguida, junte-lhes os restantes ingredientes e misture bem.

Aqueça o óleo numa frigideira; quando estiver quente, coloque aí colheradas da mistura anterior e espalme-as. Frite 3 a 4 minutos de cada lado, até adquirir um tom dourado escuro. Coloque num prato com papel absorvente e sirva quente.


















quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Porquinhos enrolados

Em Inglês, "piggies in a blanket"... encontrei uma receita no site do Rio Sem Glúten, com tão bom aspecto e tão fácil que pensei que seria óptima para fazer estes porquinhos enrolados que são sempre do agrado de todos. É a receita de Janeiro de 2011 e usa apenas três ingredientes, um deles sendo a mistura para pão de queijo da Yoki, à venda no Continente. Fiz 25 "porquinhos", e ainda me sobrou massa, que congelei, para experimentar como base de pizza, mais tarde.

Ingredientes:
1 pacote de mistura para pão de queijo Yoki
3 ovos
2 colheres de sopa de água
1 lata de salsichas mini Naturíssimos da Nobre (sem glúten)
1 ovo para pincelar

Na cuba da sua batedeira, misture todos três primeiros ingredientes e bata até obter uma bola de massa lisa, sem grumos (bater, de preferência, durante 4 minutos).

Divida a massa em dois e estenda cada porção com o rolo da massa entre duas folhas de papel vegetal, até obter a espessura da sua preferência. Corte a massa em pequenos quadrados e coloque uma salsicha em cada um, com uma gota de mostarda em cima destas. Feche, então, os quadrados de massa à volta das salsichas e coloque num tapete de silicone ou um tabuleiro com papel vegetal.

Bata o ovo e pincele os "porquinhos". Vai ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 20 minutos até estarem dourados.


No forno


Prontos para comer


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Crepes chineses

Uma ida ao restaurante chinês quando se é intolerante ao glúten não é fácil, por causa do ubíquo molho de soja que contém trigo. É pouco provável que usem a versão Tamari do molho de soja que, não tendo glúten, é muito mais cara do que a versão corrente. Logo, a possibilidade de se ser contaminado é elevada. Daí a minha alegria ao deparar-me com esta receita de crepes chineses que, ainda que não seja fiel ao original, chega bastante perto. É feita com folhas de papel de arroz à venda no Jumbo ou em qualquer mercearia chinesa que fique no eixo Almirante Reis - Martim Moniz. O Tamari vende-se no supermercado do El Corte Inglés ou no Superbio. O recheio pode ser este que vem na receita ou qualquer outro adaptado aos gostos de cada um. E como não é frito, engorda menos.

Ingredientes:
1 chávena de massa vermicelli de arroz
½ colher de chá de óleo de sésamo
¾ chávena de cenoura ralada
½ chávena de cebolinho cortado em tirinhas
½ chávena de castanhas de água, escorridas e cortadas em pedaços pequenos
½ chávena de reventos de bambu, escorrido, cortado em tiras
½ chávena de couve chinesa ralada tipo caldo verde
2 colheres de chá gengibre fresco ralado
1 colher de chá de molho de soja sem glúten
4 colheres de sopa de óleo vegetal
8 folhas de papel de arroz
150 gramas de carne de porco moída

Cozinhe a massa vermicelli durante 3 minutos em água a ferver. Escorra.

Coloque numa tigela grande e misture o óleo de sésamo, os legumes, gengibre, molho de soja e reserve.

Pré-aqueça o forno a 230ºC. Coloque o óleo vegetal numa tigela pequena. Mergulhe uma folha de papel de arroz em água morna por 15 a 30 segundos, até que esteja macia. Em seguida, coloque-a num prato e pincele a sua superfície com um pouco de óleo. Coloque 1 / 8 do recheio na parte inferior do papel de arroz e enrole, formando pequenos “travesseiros”.

Faça o mesmo com as restantes sete folhas. Coloque numa forma coberta com uma folha de papel alumínio untada.

Vai ao forno no tabuleiro inferior durante 15-20 minutos, virando uma vez a meio da cozedura. Sirva com molho de ameixa, molho de peixe ou molho de soja.





segunda-feira, 25 de julho de 2011

De Goa, sem glúten

Os bojés são uma especialidade indiana que nos foi dada a experimentar num pequeno restaurante goês de Lisboa e ficamos fãs, desde então. O facto de serem feitos com farinha de grão de bico (muito em voga cá em casa ultimamente) mantém-nos como uma das receitas a que voltamos sempre. Fazem uma entrada óptima para um jantar de amigos. Acompanha com um chutney de coentros, com que se barram os bojés, como se de pão com manteiga se tratasse.

Ingredientes:
100 gramas de farinha de grão de bico
Água
1 cebola triturada
gengibre em pó
sal
piri-piri em pó(pimenta malagueta ou chili)
óleo para fritar

Misture bem a farinha de grão com a água, sal, piri-piri e o gengibre. A água deita-se a “olho”, até alcançar uma consistência semelhante à massa das pataniscas. Junte a cebola e misture. Leve a fritar os bojés em colheradas em óleo bem quente.

Chutney:
1 mão cheia de coentros
3 colheres de sopa de coco ralado
1 pimento verde médio cortado aos bocados
1 colher de sopa de gengibre ralado
2 dentes de alho
1 cebola pequena
sumo de 1 limão
sal

Junte estes ingredientes num copo e triture com a varinha mágica até obter uma polpa consistente. Refrigere até à hora de servir.



sexta-feira, 22 de julho de 2011

Comida para bebé

Quando o colégio do meu filho mais novo me perguntou se lhe podia dar farinha de pau, hesitei. Não sabia o que era isso e muito menos sabia se tinha glúten. Primeiro, investiguei a receita e depois procurei por uma marca de farinha de pau que garantisse a isenção. Apesar de se tratar de mandioca como matéria-prima, a única farinha de pau que encontrei foi da Ferbar que coloca "isento de glúten" no rótulo. Portanto, é o que compro para casa e para o colégio, já que o miúdo tornou-se grande adepto de farinha de pau. Fica a receita:

Ingredientes:
2 lombos de pescada, sem pele e espinhas
2 tomates maduros, sem sementes
1 cebola média
1 alho
3 colheres de sopa de farinha de pau
Azeite
Coentros
Água

Coza os lombos de pescada e reserve (guarde a água da cozedura). Coloque um pouco de azeite num tacho e aloure a cebola. Quando esta estiver dourada, coloque o alho descascado e os tomates cortados em pedaços no tacho e vá mexendo até estes estarem um pouco mais desfeitos. Junte um pouco de água da cozedura e acrescente a pescada, partindo-a em pequenos pedaços com a ajuda da colher. Deixe cozinhar durante 5 minutos, junte um pouco de coentros frescos e triture com a varinha mágica.

Numa tigela à parte junte a farinha de pau com um pouco de água e mexa até a farinha absorver bem o líquido. Junte à pescada e mexa sempre para não criar grumos. Quando tiver uma sopa macia e sem pedaços visíveis, está pronta.












terça-feira, 19 de julho de 2011

Brincadeira

Descobri esta técnica de tornar um prato de salsichas com esparguete ainda mais interessante para os miúdos. Com salsichas e esparguete sem glúten, pus o miúdo a pensar se teria sido a salsicha que se meteu com a massa ou se a massa com a salsicha:
















É só enfiar o esparguete na salsicha e cozer junto, para depois cobrir com o molho da preferência habitual!
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