Soube há pouco que está à venda nas lojas Minipreço uma marca de pasta de dentes para crianças sem glúten e sem açúcar. Não sendo da marca Dia, ainda assim a um preço muito simpático: 1,19€. Existe nas versões de "3 a 6 anos" e "maior de 6 anos". Por mais que não tenha encontrado até agora uma pasta de dentes que diga claramente que contém glúten, com as crianças (e não só) mais vale prevenir do que remediar, especialmente quando são estas que, pela inexperiência, estão mais atreitas a engolir a dita pasta.
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Rótulos e novos produtos
Polvilho doce da Globo
Há uns tempos atrás era possível comprar polvilho doce da marca brasileira Yoki em cuja embalagem se podia ler "Não contém glúten". Tínhamos também o polvilho doce da Globo, mas só saberíamos se era isento ou não se ligássemos para a empresa. Agora já só encontro o polvilho da Yoki no Supercor, mas, em contrapartida, a Globo passou a incluir a espiga traçada na embalagem, como podem ver na seguinte foto. Boas notícias para nós, claro.
Massas Garofalo
Já desde Março que espero encontrar estas massas nos supermercados habituais, mas até há pouco tempo, nada de nada. Nessa altura, a Garofalo divulgou na sua página portuguesa de Facebook que iriam disponibilizar massas sem glúten nos locais onde normalmente se vendem os seus produtos. O tempo passou e nunca as encontrei, contactei mesmo o Continente que me informou que não tinham previsão para a entrada das mesmas nas suas prateleiras. Esqueci-me então da questão, entretida com as novas massas do Lidl, senão quando, numa visita a um Supercor, as encontrei. Não hesitei e comprei um pacote (não quis abusar, já que não são propriamente baratas). Gostei e recomendo, mas para uma ocasião especial, porque se fizer o contraponto com as ditas massas do Lidl, num equilíbrio preço-qualidade (avaliação tipo DECO), a marca alemã é o produto Estrela.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Minipreço sem glúten
Todos os dias deparamo-nos com pequenos indícios de que a dieta sem glúten vai tendo mais visibilidade. Hoje foi a listagem online dos produtos marca Dia do Minipreço. Em seis páginas podemos verificar quais dos seus produtos trazem o símbolo da espiga barrada, sendo que a maior parte encontra-se na charcutaria. Podem verificar aqui:
Nutrição Minipreço
Nutrição Minipreço
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Um Primor
Como não há duas sem três, aqui fica a terceira recomendação do mês: fiambres Primor. Já me tinham falado, mas ainda não tinha visto os seus novos rótulos em que se pode ver (à distância) "Sem Glúten". Inclusive, a sua gama Natura é sem glúten e sem lactose, uma boa notícias para quem tem que evitar este açúcar do leite, o que acontece frequentemente aos celíacos. Encontrei à venda no Continente. Fica, então, a dica.
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| Imagem retirada da Net |
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Um snack saudável e sem glúten
Recentemente, a APC, na sua página de Facebook, anunciou um novo produto sem glúten: fatias de maça desidratadas e crocantes da Fruut. Este produto apresenta-se assim:
"Fruut é 100% natural, feito a partir de finas fatias de
fruta produzida em Portugal, sem adição de açúcar, gordura ou conservantes,
podendo ser consumido como aperitivo, snack ou sobremesa. O processo de secagem
reduz o teor de humidade de 85% a cerca de 2%, resultando um delicioso e
crocante petisco. Tratando-se de um produto sem Glúten e sem adição de açúcar,
pode ser consumido por celíacos, diabéticos e doentes
cardiovasculares."
Confesso que quando vi o post não lhe prestei muita atenção, mas, ontem, fiquei tentada quando vi as embalagens tão coloridas no supermercado, e resolvi comprar um pacote na versão "maçã vermelha", quase como a Eva no Paraíso. Foi um sucesso lá em casa! Os rapazes comeram as tiras de maçã como se fossem bolachas, mas em versão saudável. Existem embalagens de 60 e 20 gramas, ideais para trazer na carteira e podermos socorrer-nos de um produto seguro quando fora de casa. Podíamos também trazer uma maça na carteira? Podíamos, mas, e especialmente no caso das crianças, não seria a mesma coisa.
Página de Facebook aqui.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Pastéis de feijão sem glúten
Começaram a ser vendidos recentemente nas lojas Jumbo, uns pastéis de feijão da marca São Pedro, que ostentam com bastante visibilidade um "Sem Glúten". Podem ser comprados individualmente (0,88€), em embalagens de quatro ou em bolo. Confesso que apesar de serem bastante saborosos, não esperava que fossem parecidos com um queque, mas sim com os pastéis de feijão que conheço, com uma casquinha de massa tenra e um recheio de amêndoa e feijão. Estes não trazem casquinha, mas não deixam de ser uma boa opção sem glúten e uma iniciativa a louvar. Esperemos que os artistas da marca se inspirem e para a próxima acrescentem ao portfolio um pastel de feijão com massa tenra sem glúten.
Página de Facebook aqui.
domingo, 28 de julho de 2013
Imaginarium sem glúten
Recentemente, o meu filho mais novo fez anos e recebeu algumas prendas da Imaginarium que traziam, como habitualmente, um chupa-chupa colado no saco. Há já algum tempo que sabia que os chupa-chupas deste marca são isentos de glútem, pois uma funcionária da loja local tinha-me informado desse facto. Mas desta vez reparei que essa informação já vem no invólucro, como podem ver. Logo, para quem ainda tinha dúvidas, fica a dica.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Vitaminas sem glúten
Felizmente, os rótulos em Portugal estão cada vez mais completos e já não é raro ver um "Isento de Glúten" escrito nas embalagens. Até há uns tempos atrás, tínhamos que contactar as farmacêuticas para saber se determinado multivitamínico era isento de glúten; agora, já encontrei duas marcas no mercado que disponibilizam essa informação no rótulo: Centrum e Nutri. É uma informação relevante especialmente para quem acaba de saber que tem uma condição que lhe impede a absorção correcta de certos nutrientes e que precisa de toda a ajuda disponível para se lançar no caminho da recuperação total.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Contaminação cruzada: realidade ou mito?
Hoje, temos no blog mais uma interessantíssima contribuição de Ana Pimenta que aborda, desta vez, a importância em evitar a contaminação cruzada e os dados que nos chegam do mais recente estudo sobre esta temática. Obrigada Ana, mais uma vez!
Contaminação cruzada: uma realidade ou mito?
O Glúten é a principal proteína estruturante do trigo e que encontra equivalentes tóxicos noutros cereais tais como: centeio, cevada, malte, triticale, espelta, Kamut, aveia e suas variantes híbridas. Os alimentos não processados e sem origem nestes cereais são naturalmente isentos em glúten. Contudo, o simples embalamento de um produto naturalmente isento em glúten, tal como o arroz ou milho, numa unidade fabril que processe alimentos que o contém, pode torná-lo “glutinizado”, ou seja, passará a conter glúten.
Alguns celíacos mantêm uma dieta isenta em glúten, contudo, os seus sintomas e/ou atrofia das vilosidades duodenais persistem. Estes são considerados como tendo doença celíaca refratária. Vários artigos recentes focam uma abordagem que busca a procura de outras causas como explicação para esta refractariedade, tal como uma colite microscópica. Poderá no entanto, a contaminação cruzada, mesmo que não suspeita, ser responsável por parte destes casos?
A equipa da “University of Maryland Center for Celiac Research in Baltimore, MD” procurou responder a esta questão efectuando um estudo* retrospectivo dos registos de pacientes entre 2005 a 2011 que, apesar de alguns apontamentos clínicos à execução do mesmo, demonstra bem que esta é uma realidade.
Inicialmente, todos os doentes foram avaliados por dietista de modo a se confirmar a sua adesão a dieta sem glúten do ponto de vista de ingestão voluntária ocasional de glúten e conhecimento sobre como evitar contaminação cruzada (partilha de torradeiras, fornos, medicação, aditivos, etc.). Procuraram, deste modo, quais os doentes com sintomatologia, mas sem fonte identificável de ingestão contínua de glúten. Tipicamente, eram doentes que já haviam procurado segundas/ terceiras opiniões, que viram as suas dietas escrutinadas por múltiplos dietistas e que, inclusive, iniciaram eventualmente corticoídes para uma presumível doença celíaca refractária.
Coloca-se a questão de serem sensíveis a níveis de glúten tipicamente toleráveis para a maioria dos celíacos. A maioria dos doentes celíacos tolera, de forma segura, aproximadamente 10 mg de glúten por contaminação cruzada ou 20 ppm de glúten em 500 gramas de alimentos num todo. Contudo, verifica-se uma enorme variedade de sensibilidade entre celíacos, onde alguns poderão apresentar agravamento da mucosa duodenal (verificada pós biópsia) se expostos a níveis diários de glúten tolerados pela maioria.
Neste estudo os pacientes seguiram durante três a seis meses uma dieta à base de alimentos não processados e eliminou-se por completo a possibilidade de contaminação cruzada em embalamentos / processamentos, incluindo produtos especificamente elaborados para celíacos. A resposta a esta dieta foi avaliada por biópsia repetida e exigia que a arquitectura das vilosidades duodenais fosse normal após cumprimento daquela.
Concluíram que este tipo de dieta e abordagem permitem identificar alguns doentes que não são verdadeiros refractários à dieta sem glúten clássica, mas cuja sintomatologia e alteração da mucosa do duodeno se deve à ingestão continuada de glúten, mesmo que insuspeita. Este artigo salienta, do meu ponto de vista, a enorme importância que deve ser atribuída à problemática da contaminação cruzada.
Recomendo o consumo de alimentos frescos, não processados, diversificados e da época. A boa cozinha portuguesa! O consumo de produtos industriais específicos para celíacos tais como pão, bolachas, bolos, etc. apenas pontualmente. Comparando com o mesmo tipo de produtos com glúten, estes contêm habitualmente maior teor em gorduras saturadas e açúcares para obter o efeito de “boca cheia” característico dos alimentos à base de glúten. Possuem ainda menor teor em fibras e vitaminas. A confecção em casa pode ultrapassar estas questões e torna-se mais económica.
Em casa torne a sua cozinha e sala de jantar isentas de glúten ou evite, dentro do possível, as possibilidades de contaminação cruzada. Não partilhe torradeiras, fornos, micro-ondas, máquinas para waffles/panquecas. Atenção às toalhas de mesa com migalhas de glúten e uso no dia seguinte, aos panos de limpeza, à qualidade da limpeza da sua máquina de lavar. Quem nunca viu uma tacinha de inocente “Nestúm com mel” que ao sair da máquina acabada de lavar contém um belo floco lá pegado?!
No restaurante, atenção a possibilidades ocultas de contaminação cruzada: óleos partilhados, farinha nas grelhas, água de cozedura de esparguete partilhada, caldos de carne ou peixe.
Na escola atenção ao giz, plasticina, digi-tintas, lápis de cera e cor, trabalhos manuais com massas com glúten.
Leia atentamente os rótulos. Não compre se o alimento não estiver rotulado como isento em glúten ou se não obtiver uma declaração por escrito pela empresa que o comercializa confirmando a sua isenção.
Pastas de dentes e medicação devem igualmente ser isentas em glúten. Champôs (especialmente nas crianças de tenra idade), batons e cremes faciais são produtos que ao entrarem em contacto com os lábios e mucosa oral podem igualmente ser absorvidos.
Complicado? Ao início, sim. Mas, com o tempo, um pouco de bom senso, e a imprescindível compreensão de familiares e amigos e um bom grupo de suporte social, tudo se faz. A nossa saúde agradece!
* Hollon Justin R et al.Trace gluten contamination may play a role in mucosal and clinical recovery in a subgroup of diet-adherent non-responsive celiac disease patients. BMC Gastroenterology 2013, 13:40. doi:10.1186/1471-230X-13-40.
Ana Pimenta
Mais info neste blog:
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Cada vez mais informação
Nada como começar o mês com notícias fresquinhas: a Visão de hoje traz um artigo de quatro páginas intitulado “A Moda da Dieta Sem Glúten”. Apesar do meu receio inicial de que a reportagem teria sido feita no modo “super-dieta de Hollywood para emagrecer”, a Visão fez prevalecer o seu espírito jornalístico e acaba por ser um artigo bastante completo onde se aborda tanto a doença celíaca como a sensibilidade ao glúten não-celíaca. Inclui mesmo uma pequena entrevista ao Dr. William Davis, o autor do famoso livro “Wheat Belly” e duas receitas, assim como fala com médicos, nutricionistas, doentes celíacos e empresas que vendem produtos sem glúten.
Vale principalmente porque é mais um artigo sobre esta temática tão ignorada, ou seja, mais uma oportunidade para que a informação chegue a quem dela precisa.
Esta tendência é crescente e isso nota-se no maior cuidado que os fabricantes têm em informar da isenção de glúten nos seus produtos, quando há apenas dois anos atrás isso não acontecia. Encontrei recentemente duas marcas que passaram a incluir um símbolo Sem Glúten nos seus produtos e “assim, grão a grão, a galinha enche o seu papo”. Ora vejam:
| Molho para Bolonhesa Pingo Doce |
| Maionese Vianeza |
segunda-feira, 25 de março de 2013
Páscoa sem glúten 2013
A aproximação desta data leva muitos dos que seguem uma dieta sem glúten a procurar as empresas que asseguram a isenção de glúten nos produtos típicos de época. Como sei que os meus miúdos nesta altura só pensam na Caça aos Ovos (bem, pelo menos o mais velho), a minha preocupação é encontrar pequenos ovos de chocolate sem glúten (que não da marca Kinder para não arruinar a carteira). A tarefa não é fácil e até hoje só encontrei da marca Zaini, no Continente, uns ovos dos "Cars". Mas sendo os únicos a ostentar as palavrinhas "Gluten Free", foram esses que comprei.
Para os coelhos da Páscoa, a opção recai sobre a Riegelein, disponível em vários hipermercados:
Para o folar e pão-de-ló, como sempre, optei pela Coisas Kom Sentido. Mas não podia deixar de pôr as mãos na massa e fazer estes biscoitos em forma de coelho que tanta animação causaram lá por casa.
Ingredientes:
100 gramas de farinha de arroz
100 gramas de farinha sem glúten (usei Doves Farm Self Raising White Flour)
100 gramas de maizena
100 gramas de farinha de amêndoas (aka amêndoas em pó)
80 gramas de açúcar em pó
¼ colher de chá de goma xantana
¼ colher de chá de sal
125 gramas de manteiga/margarina à temperatura ambiente
1 ovo L
Raspa de meio limão
1 colher de chá de essência de baunilha
Misture bem as farinhas com a goma xantana e o sal. Reserve.
Na cuba da sua batedeira, bata a manteiga/margarina amolecida com o açúcar até obter uma mistura cremosa. De seguida, junte o ovo e bata bem até atingir uma côr homogénea. Junte a raspa do limão e a baunilha e bata de novo.
Por fim, junte a mistura de farinhas e deixe a máquina bater até ter uma bola de massa lisa e que não cola às mãos. Envolva-a em plástico transparente e deixe no frigorífico durante, pelo menos, três horas.
No fim desse período, retire a massa do frigorífico e forme pequenas bolas de massa que deve dispor num tabuleiro forrado a papel vegetal. Forme bolas mais pequenas para as orelhas que deverá alongar e colocar no topo da “cabeça” do coelho. Com um palito faça uma marca no meio das orelhas e com o mesmo palito faça os olhos. Se visitar o site da receita original, há fotos a exemplificar estes procedimentos.
Coloque o tabuleiro no frigorífico durante uns 10 minutos enquanto o forno aquece a 160ºC para enrijecer um pouco a massa. Vai ao forno (sem ventilação) durante 10 a 12 minutos, não mais porque senão a massa começa a partir. Retire e deixe as bolachas no tabuleiro durante 20 minutos para que não se desfaçam. Retire depois e deixe arrefecer em cima de uma rede.
Esta receita rende 22 unidades.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Má rotulagem
Encontrei recentemente tortilhas de milho da marca Cantina Mexicana à venda com um grande "Gluten Free" na parte da frente da embalagem. Muito satisfeita, comprei dois pacotes. Quando cheguei a casa, li o rótulo em Português que confirmava a isenção de glúten. Li depois o rótulo original, em Inglês, e qual é o meu espanto quando, logo a seguir à lista de ingredientes, refere-se que aquele produto pode conter vestígios de glúten.
Já enviei um pedido de esclarecimento à empresa importadora no sentido de clarificar esta rotulagem contraditória e, se possível, saber qual o valor em ppm deste produto. Actualizo o post se obtiver resposta.
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| Clicar para aumentar |
Adenda- A empresa importadora enviou-me a seguinte resposta:
"Estivemos a confirmar a situação com o fornecedor e de facto existe a possibilidade de o produtos conter vestígios de glúten devido a contaminações cruzadas. Por esta razão o produto não deverá ser considerado glúten free. Efetuamos desde já a retificação da rotulagem em Português e informamos o nosso fornecedor que não deverá usar a menção “Glúten Free”.
Face ao exposto agradecemos desde já a sua chamada de atenção e pedimos desculpa por algum transtorno que esta situação eventualmente lhe tenha causado."
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Regresso às aulas
Com a entrada iminente do meu filho mais velho na primeira classe, comecei a comprar os materiais que ele vai necessitar nesta nova fase. Já fui à Staples e à Livraria Bertrand, mas foi numa ida rápida ao Lidl que encontrei plasticina sem glúten. Costumo dar uma vista de olhos ao corredor central das promoções onde, às vezes, se encontram artigos interessantes, e foi aí que vi uma caixa muito colorida de plasticina que me chamou a atenção. Por hábito, procurei a informação dos alergéneos e lá estava: sem glúten. Não sei se ele vai precisar de plasticina, mas comprei, pois se não for para ele, para o irmão é de certeza. Não é um facto muito divulgado, mas há plasticina que leva farinha de trigo que, em mãos pequeninas que não percebem ou se distraem, é um risco para a dieta. Fica então a dica.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Refeições congeladas sem glúten
Abriu em finais de Março, em Lisboa, um novo conceito de take away: refeições congeladas gourmet, prontas a levar. Qual a vantagem para um intolerante ao glúten? A rotulagem identifica a presença ou não desta proteína nos seus produtos. Chama-se Arka e identifica-se assim:
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| Imagem retirada da Net |
"ARKA é uma inovadora marca 100% portuguesa de lojas de proximidade, especializadas na oferta de produtos ultracongelados de elevada qualidade e diversidade.
As lojas ARKA integram-se na vivência própria dos bairros onde se inserem e surgem como uma solução dirigida às exigências crescentes dos ritmos de vida urbanos, nomeadamente de rapidez e conveniência. Visando ir ao encontro das necessidades dos seus clientes, a ARKA disponibiliza produtos ultracongelados que abarcam desde os alimentos crus até às sobremesas mais elaboradas, organizando a sua oferta em 11 categorias: Pão, Entradas, Carne, Mar, Receitas prontas, Pizzas, Legumes, Frutas, Sobremesas, Gelados e Gelo.
As lojas ARKA integram-se na vivência própria dos bairros onde se inserem e surgem como uma solução dirigida às exigências crescentes dos ritmos de vida urbanos, nomeadamente de rapidez e conveniência. Visando ir ao encontro das necessidades dos seus clientes, a ARKA disponibiliza produtos ultracongelados que abarcam desde os alimentos crus até às sobremesas mais elaboradas, organizando a sua oferta em 11 categorias: Pão, Entradas, Carne, Mar, Receitas prontas, Pizzas, Legumes, Frutas, Sobremesas, Gelados e Gelo.
ARKA conta com a colaboração de dois consultores, o Chef Chakall e a nutricionista Florbela Mendes.
Esperamos por si em Benfica, na Av. Grão Vasco 46."
Esperamos por si em Benfica, na Av. Grão Vasco 46."
Fica a dica.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Páscoa sem glúten
Para uma Páscoa sem glúten, é preciso ler muitos rótulos. Encontrei amêndoas que dizem ser sem glúten, como as Lacasa, encontrei outras que não referem a existência ou não de glúten, mas que o fabricante garante serem isentas, como as da Vieira de Castro. Há outras que referem poder conter glúten, no entanto, a maior dificuldade está em encontrar ovos de chocolate sem glúten. Os ovos Kinder são isentos de glúten, mas um pouco grandes de mais para uma caça aos ovos de Páscoa. É neste momento o meu dilema pois os miúdos ainda acreditam no Coelho da Páscoa e que este vai esconder ovinhos lá em casa para ele encontrar. É nestas alturas que se gostava de não ser intolerante ao glúten... a Coisas Kom Sentido também tem um grande sortido de amêndoas e chocolates sem glúten, assim como pão de ló e folares, mas não tem ovinhos. Se algum dos leitores deste blog, encontrou ovos de chocolate sem glúten, agradecia imenso que me deixassem essa dica nos comentários. Obrigada, desde já, e votos de uma Santa Páscoa!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Produtos Salutem
A Salutem é uma empresa de produtos "naturais" que apresenta uma pequena selecção de produtos sem glúten, mas que tem vindo a crescer, ainda que o seu website não o reflicta. Nesse âmbito, já encontrei à venda no Intermarché umas baguettes sem glúten desta marca em versão normal e integral, em duas visitas que fiz; contudo, já não as encontrei da última vez que lá fui. Outro produto que encontrei e que recomendo pelo bom sabor (não pelo preço- à volta de 2,5€, ou qualidade nutricional) foi este:
Já pesquisei no site por estes novos produtos, mas não os encontro, pelo que não sei se ainda estarão a testar o mercado. Fica, contudo, a chamada de atenção para esta marca que parece estar a querer entrar no mercado "sem glúten", e que, inclusive, já aplica a nova rotulagem de alergéneos, distinguindo o que é "isento de glúten" do que tem "muito baixo teor de glúten".
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Chocolates Arcádia
No seguimento da recente abertura duma loja dos Chocolates Arcádia aqui pelas nossas bandas, contactamos esta empresa no sentido de saber se os seus produtos estão isentos de glúten, visto que os rótulos não trazem informações de alergéneos. Recebemos então a seguinte resposta:
“Bom dia.
Agradecemos desde já a sua preferência e o seu contacto.
Algumas das nossas referências de chocolates possuem ingredientes com glúten.
O chocolate simples é composto por cacau (cuja percentagem varia em função do tipo: branco, leite ou negro), açúcar, manteiga de cacau, leite, emulsionante: lecitina de soja, especiarias e vanilina.
Assim, qualquer uma das nossas referências compostas unicamente por chocolate são desprovidas de glúten.
Temos também ao seu dispor uma vasta gama de bombons com frutos secos como pinhões, nozes, amêndoas ou avelãs que não possuem glúten.
Mantemo-nos ao dispor.
Com os melhores cumprimentos,
XXX
Qualidade”
Sendo assim, o miúdo mais velho já anda a experimentar uma caixa de chocolates "Bonecos" e parece que aprova.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Novos rótulos
A Comissão do Codex Alimentarius foi criada em 1963 para definir um padrão global de medidas e qualidade na indústria alimentar. Em 1979, esta Comissão emitiu o Codex Standard 118 que veio regulamentar a fabricação e rotulagem de produtos sem glúten. Foi revisto em 1981 e, novamente, em 2008. Esta nova revisão serviu de base para a redacção do regulamento n º 41/2009 da Comissão Europeia para a rotulagem de produtos aptos para a dieta sem glúten.
Segundo este regulamento, um produto rotulado 'sem glúten' deve conter menos de 20mg / kg [<20 partes por milhão (ppm)] de glúten. Este nível é adequado para o mais sensível dos celíacos. Este nível será aplicado a produtos especializados de substituição sem glúten tais como pães, bolos, misturas panificáveis e outros com menos de 20mg glúten / kg presente no Codex. Incluirá também alimentos normais naturalmente sem glúten, como sopas, chocolate, feijão, molhos, batatas fritas, etc. O termo "sem glúten" não implica Zero Glúten, pois, na prática, não é possível detectar esse limite com os testes actuais.
Um produto rotulado como "muito baixo teor de glúten" pode conter entre 20 e 100mg glúten / kg. Este nível é considerado adequado para uma maioria dos intolerantes ao glúten. Este segundo nível será mais relevante para produtos especializados de substituição, sem glúten, como pães e misturas panificáveis.
Nos termos da norma ainda em vigor, um produto rotulado "sem glúten" poderia conter até dez vezes mais do que este segundo limite, com 200mg glúten / kg permitidos. Assim, estes novos níveis oferecem mais protecção aos celíacos.
O regulamento entrou em vigor em 2009, mas os fabricantes puderam usar o novo padrão de rotulagem de imediato. No entanto, este só seria obrigatório a partir de Janeiro de 2012, proporcionando um período de carência para os produtores reformularem ou alterarem as embalagens existentes. Logo, o prazo está a acabar e, a partir do próximo mês, os consumidores intolerantes ao glúten deverão procurar as novas informações nos rótulos; não as encontrando, deverão contactar o fabricante. Pessoalmente, penso que poucas empresas irão aplicar este regulamento, mas se todos fizermos uma reclamação quando nos deparemos com infracções à nova regulamentação, isso deixará de acontecer.
Para mais informações, recomendo a leitura do regulamento aqui.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Compotas sem glúten
No inicio da dieta do meu filho mais velho, eu usava a máquina de fazer pão para fazer compotas porque tinha receio que estes produtos tivessem glúten. O rótulo, pelo menos, não era informativo a esse respeito. Depois, comecei a comprar compotas em Espanha em que o rótulo garantia a isenção. Agora compro cá: já há algumas marcas que oferecem compotas sem glúten, tais como a Casa Mateus ou os produtos da linha branca do Continente. Recentemente, descobri no Pingo Doce as compotas da Sabores do Campo que, para além de não conterem glúten, têm menos açúcar e uma relação qualidade-preço bastante equilibrada.
PS: reparei entretanto que as compotas da Ferbar também já trazem a menção "Isento de Glúten" no rótulo.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Em Espanha
Dizem que de Espanha, nem bons ventos, nem bons casamentos... Mas este é um dito que está ultrapassado, pelo menos no que aos celíacos e sensíveis ao glúten diz respeito. Fomos a Espanha este fim de semana e aproveitamos o mote para estrear o miúdo mais velho nos meandros da fast-food: aos 5 anos, o meu filho provou uma Happy Meal do McDonalds! Não ficou a olhar para os outros e pode fazer mais do que brincar com o brinde que acompanha este menu, pode comer o hamburguer (para o bem e para o mal). Na loja há várias indicações de que existe pão sem glúten e até o iogurte que vinha a acompanhar a refeição, vinha rotulado "Sin Gluten". O pão era exactamente igual ao hamburguer tradicional que, pessoalmente, não me agrada mas que demonstra um certo esforço por parte da empresa em apresentar uma alternativa semelhante ao original. Tão fácil... senhores da McDonalds Portugal, é assim tão difícil fazer o mesmo cá? É só preciso boa vontade.
As compras no Alcampo correram igualmente bem. Existe uma boa oferta de produtos específicos para celíacos, mas interessa salientar o que se encontra nos corredores "normais". Exemplos: uma caixa de doces de amêndoa rotulados como sem glúten e com o símbolo da Face por 3 euros, assim como uma pasta de dentes para crianças "sin gluten". Ficamos então à espera de Janeiro de 2012 para ver se vai ser assim tão fácil fazer compras cá.
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